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Cross Docking: o que é, como funciona e suas vantagens

Cross Docking: o que é, como funciona e suas vantagens

Você já ouviu falar sobre o Cross Docking?

Se você trabalha no setor de transporte, provavelmente já ouviu falar sobre Logística Lean, baseada na movimentação enxuta, eficiente, de volumes e uma das principais tendências de gestão logística da atualidade. Com isso, entre os sistemas de distribuição de mercadorias, destaca-se o cross docking. Sendo assim, nós preparamos este conteúdo completo com tudo o que você precisa saber sobre o Cross Docking.

Continue a leitura até o final, pois iremos falar no que consiste esse Cross Docking: o que é, como funciona, suas vantagens e muito mais.

Vamos lá?

O que é e como funciona o Cross Docking?

É um sistema de logística onde não é necessário o armazenamento dos produtos no centro de distribuição. Ele é um sistema no qual o produto que foi comprado pelo cliente é despachado para um centro de distribuição ou para uma instalação (armazém). Nesse centro, a mercadoria é expedida para o consumidor final de forma imediata, ou seja, acontece uma redistribuição muito rápida.

Literalmente, o termo “cross docking” significa “cruzando as docas” em razão do sistema no qual os produtos desembarcados nos galpões das docas eram transportados por meio de esteiras automatizadas.

Em resumo, o cross-docking elimina ou reduz de forma significativa a necessidade de estoques e os custos associados a esta operação. Portanto, ao receber o veículo de transferência, a mercadoria deverá ser enviada imediatamente ao veículo da entrega, podendo até passar por um backstage, mas jamais estocada.

Quais as vantagens do Cross Docking?

Existem diversos benefícios no sistema de distribuição do Cross Docking, isso porque é uma estratégia baseada em um modelo enxuto proporcionando assim mais resultados para a empresa.

Portanto, separamos as principais vantagens desta modalidade:

Agilidade na entrega

A agilidade é um dos maiores destaques do cross docking. Isso porque, como não há a estocagem dos produtos — assim que chegam às docas, eles já são conferidos, separados e enviados para o cliente final —, o tempo de entrega é muito menor do que nos procedimentos convencionais.

Essa rapidez na entrega contribui para um melhor relacionamento com o cliente final, gerando maior fidelidade e satisfação, além de construir uma imagem positiva para o negócio.

Melhor aproveitamento dos veículos de entrega

Ainda por conta da agilidade, é possível fazer um melhor aproveitamento do espaço útil nos veículos de entregas que se destinam a atender cada localidade, o que se traduz em redução de custos e melhora da lucratividade da transportadora.

Redução de custo logístico

Quando uma empresa decide aplicar o sistema de Cross Docking, o primeiro resultado é
a otimização de custos com a eliminação do estoque. Como não é necessário um local para armazenar os produtos, consequentemente há menos custos e despesas com os procedimentos de estocagem como manutenção de infra-estrutura, segurança, gerenciamento, etc..

Por ser uma dinâmica de trabalho mais enxuta, as operações ganham agilidade e os custos operacionais se reduzem. Ainda mais quando essa estratégia está ligada a ferramentas tecnológicas, tais como sistemas de TMS, leitura de etiquetas de código de barras, entre outras. Desta forma, ela proporciona um ganho significativo de economia e produtividade.

Para finalizar…

Esperamos que tenha gostado deste artigo sobre o Cross Docking, e que, de fato, tenha te ajudado a entender um pouco mais sobre essa modalidade que pode ajudar o seu negócio a economizar tempo e dinheiro. Mas é importante ressaltar que o segredo do Cross Docking é o gerenciamento associado à tecnologia, que passa pela intermediação de soluções de controle e processos que permitem o ‘casamento’ das operações de transferências entre o veículo de carga original e o que vai cumprir a chamada última milha.

E é assim que a tecnologia vai transformando o mercado, tornando as coisas melhores.

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Perspectivas indicam vendas de 100 mil caminhões no Brasil em 2021

Perspectivas indicam vendas de 100 mil caminhões no Brasil em 2021

Segundo o estradão, as perspectivas indicam que em 2021 serão vendidos 100 mil caminhões novos no Brasil. É claro que, ainda assim, o transporte rodoviário de cargas foi um setor muito afetado pela crise causada pela pandemia do coronavírus.

No entanto, os profissionais do mercado dizem que essa projeção deve ser vista com cautela. Por um lado, há sinais claros de reaquecimento da economia. Mas a indefinição acerca dos rumos da pandemia dificulta a tarefa de desenhar perspectivas para 2021.

Vice-presidente da Anfavea, associação das montadoras para o segmento de pesados, Marco Antonio Saltini diz que as perspectivas indicam que 2021 será ainda um ano de incertezas. Para o executivo, além da pandemia, que deverá se arrastar por mais tempo até a chegada da vacina, a situação econômica ainda é uma incógnita.

“Há um novo aumento do nível de contaminação pelo novo coronavírus. E isso já está levando algumas cidades a voltarem atrás na flexibilização”, comenta Saltini.

Para o vice-presidente da Anfavea, isso deverá impactar diretamente a indústria. Inclusive o negócio de caminhões, segundo as perspectivas.

Perspectivas indicam melhora em 2021

Saltini ainda coloca na conta a redução da oferta de recursos do governo federal. Ele lembra que em 2020 foram injetados R$ 600 bilhões no enfrentamento à pandemia.

O executivo também está preocupado com a alta taxa de desemprego no País. Assim, ele diz que a indústria de caminhões não enxerga com clareza como será 2021.

“O ano ainda é incerto. Mas imagino que não será pior do que foi 2020”, afirma.

Para relembrarmos, em 2019, a economia voltou a crescer. E a média mensal de vendas de caminhões era de 8 mil unidades. Já em dezembro de 2020, foram emplacadas 9,6 mil unidades. Para Santini, esse é um sinal de que 2021 será melhor.

Vendas de caminhões chegarão a 100 mil unidades

Seja como for, profissionais do setor acreditam que as vendas em 2021 devem ficar próximas das de 2019. Ou seja, as perspectivas apontam para em torno de 100 mil unidades.

Esse número considera a projeção de crescimento de importantes segmentos da economia. É o caso do comércio eletrônico e da construção civil, que deslancharam em 2020.

Para Saltini, o comércio eletrônico crescerá ainda mais. Com isso, deverá impulsionar as vendas de caminhões em 2021. Sobretudo dos segmentos de leves, semi-leves e médios.

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Frete para o agronegócio cresceu 4,3% em 2020

Frete para o agronegócio cresceu 4,3% em 2020

Segundo o Índice de Frete e Pedágio Repom, de janeiro a novembro de 2020, o volume de fretes para o agronegócio cresceu 4,3%. Segundo o levantamento, a movimentação no transporte de cargas recuou ante o acumulado até outubro.

Enquanto o novo índice superou levemente os 4%, o anterior havia aumentado 6,5%. Em contrapartida, na comparação com novembro de 2019 houve queda de 20,6%.

Em relação aos setores de indústria e varejo, a alta foi de 8,6%, considerando o período de janeiro a novembro de 2020. Ainda de acordo com o Repom, isso é um bom sinal pois mostra a retomada da atividade econômica no País.

Da mesma forma, o mês de novembro de 2020 manteve o forte ritmo de crescimento. Segundo Thomas Gautier, o responsável pelo mercado rodoviário da Repom, com alta de 8,5%. Contudo, o número revela algum recuo ante outubro. Conforme os dados da empresa, em outubro a alta foi de 9,7%.

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Documentação veicular será 100% digital em 2021

Documentação veicular será 100% digital em 2021

É um fato que o mundo está se tornando cada vez mais conectado, e chegou a vez da documentação veicular seguir esse caminho para se tornar 100% digital neste ano de 2021. Portanto, a emissão do Certificado de Registro de Veículo (CRV) agora é exclusivamente no formato eletrônico, evitando assim o documento impresso em papel.

A medida atende a uma resolução do Contran (Conselho Nacional de Trânsito) e trará maior praticidade às pessoas, que poderão acessar o documento direto do seu celular.

A resolução nacional determina o lançamento do CRLV-e, que é a unificação em um único documento digital o Certificado de Registro de Veículo (CRV) e o Certificado de Licenciamento (CRLV). O CRLV-e somente poderá ser expedido após a quitação dos débitos, encargos e multas de trânsito.

Mas caso você já possua o documento de transferência de seu veículo no papel verde, não se preocupe. Ele continuará sendo válido para veículos adquiridos antes do dia 4/1/2021.

Se o condutor vender seu carro a partir de amanhã, dia 5/1, e possuir o documento digital, ele deve solicitar a Autorização para Transferência de Propriedade do Veículo em meio digital (ATPV-e). Ela garantirá ao vendedor e comprador do veículo maior agilidade na transação, e segurança.

No entanto, a entrega do CRV original com reconhecimento de firma (ou nota fiscal e decalque do chassi-veículo zero km) no momento de compra e venda continua obrigatória, mediante agendamento no portal do DETRAN SP ou do Poupatempo.

Para fins de fiscalização, o motorista poderá apresentar o CRLV-e na versão digital, via aplicativo, ou, se preferir, poderá imprimir o documento em papel comum. No entanto, não haverá a obrigatoriedade do porte da versão impressa.

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Fonte: Detran.SP

Rodovias estão mais bem sinalizadas, segundo pesquisa da CNT

Rodovias estão mais bem sinalizadas, segundo pesquisa da CNT

Segundo um recente levantamento da Confederação Nacional do Transporte (CNT), no caso, o estudo Transporte Rodoviário – Sinalização, a sinalização nas rodovias brasileiras sob jurisdição do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) melhorou nos últimos sete anos.

Conforme a pesquisa, a evolução é resultado do Programa Nacional de Segurança e Sinalização Rodoviária, Brasil Legal. Projeto implantado no ano de 2013, o programa contribuiu para a melhora de 17,8 pontos percentuais na avaliação dos trechos rodoviários onde foi aplicado. A avaliação positiva passou de 39,7% para 57,5%, de acordo com os dados divulgados pela CNT.

A principal meta do programa implantado pelo DNIT é aumentar a segurança da malha rodoviária federal. Incluindo a implantação e manutenção da sinalização horizontal, vertical e de dispositivos de segurança. Segundo informações do Ministério da Infraestrutura, essas melhorias garantem mais fluidez ao tráfego e ajudam a prevenir acidentes.

O estudo ainda alerta para a existência de trechos de rodovias que ainda não têm sinalização apropriada. Elevando os riscos aos usuários. E, apesar de a União ter investido valores superiores aos de programas anteriores, o montante representa apenas 63% do que havia sido previsto.

Outro ponto de alerta, segundo a CNT, é que não foram contratadas empresas para supervisionar e gerenciar o programa. Além disso, atrasos no cronograma ocasionaram demora para o início de serviços de sinalização.

Resumindo: é preciso reconhecer que melhorou, assim como é importante reconhecer que dá pra melhorar ainda mais!!

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