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Empresários do setor de transporte se unem por movimento pró-vacina

Empresários do setor de transporte se unem por movimento pró-vacina

Por conta do crescimento da pandemia no Brasil em ritmo acelerado, e a imunização por meio de vacinas em velocidade consideravelmente lenta, alguns empresários do ramo de transporte se uniram em torno da campanha #VacinaJá – O Brasil tem pressa!

O movimento espera chamar a atenção da população para a necessidade da imunização em massa do povo brasileiro, por conta do grande desejo de voltarem plenamente à vida econômica normal e comum do país. Por isso, esses empresários incentivam o uso de máscaras pela população, e confirmam a disposição do setor de transportes para ajudar de alguma forma na aceleração da logística da vacinação do país.

A iniciativa tem apoio da CNT (Confederação Nacional do Transporte), que em parceria ao governo federal, incluiu os profissionais do transporte de todos os modais no grupo prioritário da campanha nacional de vacinação contra a covid-19.

E mais do que isso, disponibilizaram toda a cadeia de logística do setor para que sejam realizadas todas as entregas das vacinas. Já em outra frente, o Sistema CNT disponibilizou as unidades do SEST SENAT em todo o país para a utilização como pontos de vacinação.

O presidente da CNT, Vander Costa, declara que a vacinação da população depende de uma adequada logística de distribuição, com requisitos específicos de transporte, armazenagem, manuseio e controle em todas as suas etapas. “Nós transportadores, reunimos as condições para ajudar nessa missão, e estamos a postos para intensificar nossas ações”, afirmou Costa.

Caso queira fazer parte e ajudar essa campanha de alguma forma, basta clicar aqui para fazer o download do material da campanha e adesivar seus veículos para a divulgação.

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Braspress sai na frente do mercado e lança um projeto com caminhões elétricos

Braspress sai na frente do mercado e lança um projeto com caminhões elétricos

O diretor e presidente da Braspress, Urubatan Helou, revelou nesta semana o primeiro caminhão elétrico que a empresa irá operar nos próximos meses, produzido pela JAC Motors Brasil.

Em um vídeo publicado nas redes sociais da empresa, o diretor afirmou que quem conduzirá esse caminhão serão as Rainhas do Voltando, um projeto Braspress que foca em dar oportunidades no ramo de transportes de cargas para mulheres.

A ideia principal dessa parceria das Rainhas do Volante, e dos caminhões elétricos da Jac Motors Brasil por meio da Braspress, é de prover uma iniciativa que promove a sustentabilidade nos eixos ambiental e de inclusão (a Brasspress costuma divulgar vagas e promover a profissão de motorista de caminhão também para o público feminino em suas redes sociais).

O executivo informou que o modelo usado tem uma autonomia de 200Km. Porém, inicialmente é um projeto que será pilotado pela aeropress, uma subsidiária do grupo que gerencia a Braspress.

A empresa, que tem forte atuação no transporte do e-commerce e outros segmentos, conta com mais de 100 filiais distribuídas por todo o Brasil e países do Mercosul e concentra sua atuação no atendimento com veículos de uma frota própria que conta com mais de 3 mil veículos e um time de mais 9 mil colaboradores.

Fonte: Linkedin/Braspress

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Governo Federal cria política de modernização das rodovias federais

Governo Federal cria política de modernização das rodovias federais

O Governo Federal instituiu a Política de Modernização da Infraestrutura Federal de Transporte Rodoviário, o Inov@BR, e a qualificou no âmbito do Programa de Parcerias de Investimentos da Presidência (PPI).

Essa política, que foi criada pelo decreto n° 10.648 assinado pelo presidente Jair Bolsonaro no dia 12 de março e publicado no DOU no dia 15, tem como foco promover a modernização e garantir a segurança e eficiência logística das rodovias federais, concedidas ou não.

“Este programa vai trazer inovações para nossas rodovias. Vamos levar a segurança viária, a fluidez e a tecnologia como nossos pilares da modernização. Este projeto vai garantir as ferramentas necessárias para melhorar a competitividade, assegurar a qualidade na infraestrutura e promover a segurança de todos”, afirmou Tarcísio Gomes de Freitas, ministro da Infraestrutura,.

O programa, voltado para rodovias concedidas e para as administradas pelo Departamento de Infraestrutura de Transportes (DNIT), está em linha com a Política Nacional de Transportes (PNT) e com o Plano Setorial de Transportes Terrestres (PSTT), coordenados pelo MInfra.

Pelo Inov@BR, serão realizados investimentos em:

  • Novas sinalizações;
  • Monitoramento das vias;
  • Conectividade (wi-fi e cobertura de celular nas rodovias);
  • Implantação do free flow;
  • Aprimoramento da pesagem veicular;
  • Integração do DNIT e da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

O programa, de forma geral, trará a modernização junto com o incentivo para uso da TAG dos pedágios e técnicas sustentáveis para melhorar a qualidade do meio ambiente.

E você, gostou desta notícia? Confira várias outras notícias do transporte clicando aqui.

Fonte: SETCESP

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Movimento de caminhões cresce 1,5% nas rodovias em fevereiro

Movimento de caminhões cresce 1,5% nas rodovias em fevereiro

O movimento de caminhões nas estradas pedagiadas cresceu 1,5% no mês de fevereiro em comparação com janeiro. Comparando com o mesmo mês do ano de 2020, o avanço foi de 4,4%. Os dados são da ABCR (Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias) e analisados pela consultoria Tendências Integrada.

O aumento do movimento de veículos pesados, de acordo com a consultoria Tendências, está ligado diretamente à recuperação da atividade de transporte de cargas no Brasil. Por causa de setores da economia que continuam aquecidos, principalmente o agronegócio, comércio eletrônico e construção civil, a demanda por transporte aumenta e, consequentemente, há mais caminhões nas estradas.

De acordo com a ABCR, desta vez o movimento de veículos leves apresentou alta de 4,7% no segundo mês do ano sobre janeiro. No entanto, na comparação com fevereiro de 2020, há uma queda de 11%. O recuo de deve à pandemia de covid-19, que reduziu o movimento de veículos de passeio nas estradas.

Por causa do aumento no movimento de caminhões e carros de passeio, o fluxo geral de veículos referente a fevereiro de 2021 apresentou avanço de 3,8% no comparativo com janeiro.

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Fonte: Estradrão

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Preço do diesel sobe pela quinta vez em 2021

Preço do diesel sobe pela quinta vez em 2021

Um novo aumento do preço do diesel entrou em vigor nesta última terça-feira (9). A alta foi anunciada pela Petrobrás e será aplicada ao combustível nas refinarias. Assim, trata-se do quinto aumento do preço do diesel neste ano. A gasolina também ficou mais cara – foi a sexta alta.

Agora, o preço do diesel subiu 5,5%. Do mesmo modo, o litro da gasolina está fica 9,2% mais caro. Em outras palavras, o preço diesel nas refinarias passou a ser de R$ 2,86 o litro. Já o da gasolina agora custa R$ 2,84.

Ou seja, as altas acumuladas em 2021 são de 42% no preço do diesel e de 54% no da gasolina. Os dados são do Ineep (Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis).

Segundo a Petrobras, o aumento é resultado do “alinhamento dos preços ao mercado internacional”. Na prática, a alta tem a ver com a desvalorização do real diante do dólar.

Reajustes semanais e risco de greve de caminhoneiros

Na terça-feira passada (2), o preço do diesel já havia aumentado. Assim como o dos outros combustíveis. Contudo, no mesmo dia Bolsonaro assinou um decreto que zera a cobrança do PIS e do Confins sobre esses produtos.

O objetivo é esfriar um possível movimento que pode culminar com uma nova greve de caminhoneiros. Essa ameaça paira no ar desde o fim do ano passado.

Aliás, em fevereiro algumas lideranças chegaram a anunciar uma paralisação. A parada ocorreria no dia 1º de fevereiro. Porém, não vingou. Segundo os caminhoneiros, o movimento teria tomado um viés político.

Porém, a insatisfação dos caminhoneiros vem crescendo. Com isso, haverá um encontro virtual da categoria para tratar da possibilidade de paralisação. Segundo o Conselho Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas (CNTRC), a “reunião” vai ser nos dias 26 e 27 de março. Presidente do CNTRC, Plinio Dias diz que a pauta de reivindicações não mudou.

Ou seja, um dos pontos principais da conversa é justamente os sucessivos aumentos do preço do diesel. Além disso, a categoria exige o cumprimento do pagamento da tabela mínima do frete. No total, são dez reivindicações principais.

Fonte: Estradrão

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FedEx promete zerar emissões de carbono até 2040

FedEx promete zerar emissões de carbono até 2040

A gigante FedEx promete zerar as emissões de carbono em suas operações logísticas até 2040. A empresa pretende investir US$ 2 bilhões para que esse objetivo se torne realidade. Convertendo para o real, são mais de R$ 11 bilhões.

A princípio, a FedEx está investindo US$ 100 milhões (uns R$ 570 milhões). Esse dinheiro vai para um centro de captura de carbono natural. A ação ocorre em conjunto com a Universidade de Yale, em Connecticut (EUA).

Dessa forma, o centro pesquisará métodos de captação de carbono. “O futuro do nosso negócio está ligado ao do meio ambiente”, diz Brie Carere, diretor de marketing e comunicação da FedEx.

Aceleração da FedEx rumo à eletrificação

Hoje, a empresa conta com 200 mil veículos com motor a combustão, mas a mesma quer trocar esses modelos por elétricos.

Logo, até 2025 metade das compras globais de veículos feitas pela FedEx serão de elétricos. E em 2030, todos os veículos comprados pela empresa vão ser eletrificados.

“Esta é uma rápida aceleração de nossos esforços na busca por soluções alternativas ao diesel”, diz Carere. “Estamos muito entusiasmados que parceiros, como a GM, estejam prontos com soluções.”

Ele se refere ao programa de vans elétricas que a FedEx vem testando. Aliás, a marca se prepara para ser o primeiro cliente a comprar a van EV600 da GM. Logo, deve começar a receber os veículos neste ano.

Além disso, até 2040 a empresa vai utilizar embalagens feitas com materiais reutilizáveis. Ou seja, tudo em prol de uma operação mais limpa. Isso inclui o uso de energia renovável. Além de programas de gestão de energia em toda a cadeia.

O diretor de sustentabilidade da FedEx, Mitch Jackson, está bastante confiante. Ele diz que no último ano fiscal a empresa deixou de emitir mais de três milhões de toneladas de CO2.

“A FedEx tem histórico de investimentos nessa área. Assim, na última década a empresa reduziu a emissão de carbono de suas operações em 40%”, afirma o executivo.

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Fonte: Estradrão

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