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Braspress sai na frente do mercado e lança um projeto com caminhões elétricos

Braspress sai na frente do mercado e lança um projeto com caminhões elétricos

O diretor e presidente da Braspress, Urubatan Helou, revelou nesta semana o primeiro caminhão elétrico que a empresa irá operar nos próximos meses, produzido pela JAC Motors Brasil.

Em um vídeo publicado nas redes sociais da empresa, o diretor afirmou que quem conduzirá esse caminhão serão as Rainhas do Voltando, um projeto Braspress que foca em dar oportunidades no ramo de transportes de cargas para mulheres.

A ideia principal dessa parceria das Rainhas do Volante, e dos caminhões elétricos da Jac Motors Brasil por meio da Braspress, é de prover uma iniciativa que promove a sustentabilidade nos eixos ambiental e de inclusão (a Brasspress costuma divulgar vagas e promover a profissão de motorista de caminhão também para o público feminino em suas redes sociais).

O executivo informou que o modelo usado tem uma autonomia de 200Km. Porém, inicialmente é um projeto que será pilotado pela aeropress, uma subsidiária do grupo que gerencia a Braspress.

A empresa, que tem forte atuação no transporte do e-commerce e outros segmentos, conta com mais de 100 filiais distribuídas por todo o Brasil e países do Mercosul e concentra sua atuação no atendimento com veículos de uma frota própria que conta com mais de 3 mil veículos e um time de mais 9 mil colaboradores.

Fonte: Linkedin/Braspress

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Governo Federal cria política de modernização das rodovias federais

Governo Federal cria política de modernização das rodovias federais

O Governo Federal instituiu a Política de Modernização da Infraestrutura Federal de Transporte Rodoviário, o Inov@BR, e a qualificou no âmbito do Programa de Parcerias de Investimentos da Presidência (PPI).

Essa política, que foi criada pelo decreto n° 10.648 assinado pelo presidente Jair Bolsonaro no dia 12 de março e publicado no DOU no dia 15, tem como foco promover a modernização e garantir a segurança e eficiência logística das rodovias federais, concedidas ou não.

“Este programa vai trazer inovações para nossas rodovias. Vamos levar a segurança viária, a fluidez e a tecnologia como nossos pilares da modernização. Este projeto vai garantir as ferramentas necessárias para melhorar a competitividade, assegurar a qualidade na infraestrutura e promover a segurança de todos”, afirmou Tarcísio Gomes de Freitas, ministro da Infraestrutura,.

O programa, voltado para rodovias concedidas e para as administradas pelo Departamento de Infraestrutura de Transportes (DNIT), está em linha com a Política Nacional de Transportes (PNT) e com o Plano Setorial de Transportes Terrestres (PSTT), coordenados pelo MInfra.

Pelo Inov@BR, serão realizados investimentos em:

  • Novas sinalizações;
  • Monitoramento das vias;
  • Conectividade (wi-fi e cobertura de celular nas rodovias);
  • Implantação do free flow;
  • Aprimoramento da pesagem veicular;
  • Integração do DNIT e da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

O programa, de forma geral, trará a modernização junto com o incentivo para uso da TAG dos pedágios e técnicas sustentáveis para melhorar a qualidade do meio ambiente.

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Fonte: SETCESP

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Movimento de caminhões cresce 1,5% nas rodovias em fevereiro

Movimento de caminhões cresce 1,5% nas rodovias em fevereiro

O movimento de caminhões nas estradas pedagiadas cresceu 1,5% no mês de fevereiro em comparação com janeiro. Comparando com o mesmo mês do ano de 2020, o avanço foi de 4,4%. Os dados são da ABCR (Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias) e analisados pela consultoria Tendências Integrada.

O aumento do movimento de veículos pesados, de acordo com a consultoria Tendências, está ligado diretamente à recuperação da atividade de transporte de cargas no Brasil. Por causa de setores da economia que continuam aquecidos, principalmente o agronegócio, comércio eletrônico e construção civil, a demanda por transporte aumenta e, consequentemente, há mais caminhões nas estradas.

De acordo com a ABCR, desta vez o movimento de veículos leves apresentou alta de 4,7% no segundo mês do ano sobre janeiro. No entanto, na comparação com fevereiro de 2020, há uma queda de 11%. O recuo de deve à pandemia de covid-19, que reduziu o movimento de veículos de passeio nas estradas.

Por causa do aumento no movimento de caminhões e carros de passeio, o fluxo geral de veículos referente a fevereiro de 2021 apresentou avanço de 3,8% no comparativo com janeiro.

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Fonte: Estradrão

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Preço do diesel sobe pela quinta vez em 2021

Preço do diesel sobe pela quinta vez em 2021

Um novo aumento do preço do diesel entrou em vigor nesta última terça-feira (9). A alta foi anunciada pela Petrobrás e será aplicada ao combustível nas refinarias. Assim, trata-se do quinto aumento do preço do diesel neste ano. A gasolina também ficou mais cara – foi a sexta alta.

Agora, o preço do diesel subiu 5,5%. Do mesmo modo, o litro da gasolina está fica 9,2% mais caro. Em outras palavras, o preço diesel nas refinarias passou a ser de R$ 2,86 o litro. Já o da gasolina agora custa R$ 2,84.

Ou seja, as altas acumuladas em 2021 são de 42% no preço do diesel e de 54% no da gasolina. Os dados são do Ineep (Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis).

Segundo a Petrobras, o aumento é resultado do “alinhamento dos preços ao mercado internacional”. Na prática, a alta tem a ver com a desvalorização do real diante do dólar.

Reajustes semanais e risco de greve de caminhoneiros

Na terça-feira passada (2), o preço do diesel já havia aumentado. Assim como o dos outros combustíveis. Contudo, no mesmo dia Bolsonaro assinou um decreto que zera a cobrança do PIS e do Confins sobre esses produtos.

O objetivo é esfriar um possível movimento que pode culminar com uma nova greve de caminhoneiros. Essa ameaça paira no ar desde o fim do ano passado.

Aliás, em fevereiro algumas lideranças chegaram a anunciar uma paralisação. A parada ocorreria no dia 1º de fevereiro. Porém, não vingou. Segundo os caminhoneiros, o movimento teria tomado um viés político.

Porém, a insatisfação dos caminhoneiros vem crescendo. Com isso, haverá um encontro virtual da categoria para tratar da possibilidade de paralisação. Segundo o Conselho Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas (CNTRC), a “reunião” vai ser nos dias 26 e 27 de março. Presidente do CNTRC, Plinio Dias diz que a pauta de reivindicações não mudou.

Ou seja, um dos pontos principais da conversa é justamente os sucessivos aumentos do preço do diesel. Além disso, a categoria exige o cumprimento do pagamento da tabela mínima do frete. No total, são dez reivindicações principais.

Fonte: Estradrão

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FedEx promete zerar emissões de carbono até 2040

FedEx promete zerar emissões de carbono até 2040

A gigante FedEx promete zerar as emissões de carbono em suas operações logísticas até 2040. A empresa pretende investir US$ 2 bilhões para que esse objetivo se torne realidade. Convertendo para o real, são mais de R$ 11 bilhões.

A princípio, a FedEx está investindo US$ 100 milhões (uns R$ 570 milhões). Esse dinheiro vai para um centro de captura de carbono natural. A ação ocorre em conjunto com a Universidade de Yale, em Connecticut (EUA).

Dessa forma, o centro pesquisará métodos de captação de carbono. “O futuro do nosso negócio está ligado ao do meio ambiente”, diz Brie Carere, diretor de marketing e comunicação da FedEx.

Aceleração da FedEx rumo à eletrificação

Hoje, a empresa conta com 200 mil veículos com motor a combustão, mas a mesma quer trocar esses modelos por elétricos.

Logo, até 2025 metade das compras globais de veículos feitas pela FedEx serão de elétricos. E em 2030, todos os veículos comprados pela empresa vão ser eletrificados.

“Esta é uma rápida aceleração de nossos esforços na busca por soluções alternativas ao diesel”, diz Carere. “Estamos muito entusiasmados que parceiros, como a GM, estejam prontos com soluções.”

Ele se refere ao programa de vans elétricas que a FedEx vem testando. Aliás, a marca se prepara para ser o primeiro cliente a comprar a van EV600 da GM. Logo, deve começar a receber os veículos neste ano.

Além disso, até 2040 a empresa vai utilizar embalagens feitas com materiais reutilizáveis. Ou seja, tudo em prol de uma operação mais limpa. Isso inclui o uso de energia renovável. Além de programas de gestão de energia em toda a cadeia.

O diretor de sustentabilidade da FedEx, Mitch Jackson, está bastante confiante. Ele diz que no último ano fiscal a empresa deixou de emitir mais de três milhões de toneladas de CO2.

“A FedEx tem histórico de investimentos nessa área. Assim, na última década a empresa reduziu a emissão de carbono de suas operações em 40%”, afirma o executivo.

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Fonte: Estradrão

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Pesquisa clareia expectativas do mercado para 2021

Pesquisa clareia expectativas do mercado para 2021

O estudo ‘Panorama do TRC 2020 e Perspectivas para 2021’ revela que o processo de recuperação precisa continuar na rotina das empresas do TRC.

2020 chegou derrubando todo e qualquer tipo de projeção, nem mesmo os otimistas escaparam dos problemas associados à pandemia.

Por conta disso queremos lhes apresentar os resultados da “Pesquisa Panorama do TRC 2020 e Perspectivas para 2021”, solicitada pelo SETCESP ao IPTC (Instituto Paulista do Transporte de Carga).

A pesquisa confirmou os dados principais econômicos e os balanços de resultados das empresas de transportes, levando em consideração as respostas de 27 perguntas objetivas sobre a economia do país, juntamente com os maiores obstáculos enfrentados e as reivindicações dos transportadores. As questões foram respondidas entre 10 dezembro de 2020 e 15 janeiro de 2021.

Percepção de mercado

A desenvoltura do TRC em 2020 não foi das melhores, o que para 2021 gera um sentimento de instabilidade e dúvida.

Entretanto, para a maior parte dos entrevistados, 51% esperam que este ano esteja dentro das expectativas. Uma outra parte, de 47% dos entrevistados, acredita que será bem mais promissor do que esperam. Porém, 6% não olham com olhos de confiança para o mundo dos negócios, levando-os a acreditar que pode ser até mesmo pior do que o aguardado. Em resumo, um cenário equilibrado sem muito otimismo.

“Tivemos redução na movimentação de carga, mesmo o TRC sendo considerado uma atividade essencial ao longo da pandemia, o que afetou diretamente o faturamento e consequentemente o lucro dos empresários”, explicou Raquel Serini, economista do IPTC.

Esses números são dados que ela já esperava, levando em consideração de que a economia ainda está ferida pelos acontecimentos recentes, até tudo se normalizar, é claro. “Por isso, o sentimento de otimismo ainda não é latente na cabeça do empresário, e sim de muita cautela, apesar da vontade de mudança e de investir em novas possibilidades”, diz Serini.

Onde aperta o calo

O estudo também quis desenhar um panorama dos custos operacionais das transportadoras, e confirmou que para 63% das empresas pesquisadas os custos cresceram, já para 24% se mantiveram estáveis e reduziram para os outros 14% da amostra.

Inclusive, a pesquisa concluiu que os causadores limitantes do crescimento do TRC são especificamente o preço dos insumos e a carga tributária que incide sobre eles.

Do resumo de custos estudados, os que apresentaram maior participação no faturamento das empresas foram: a contratação de agregados ou autônomos, seguido da carga tributária, a folha de pagamento e, por último, a variação de preços dos insumos. Dentre os insumos, o que grita por atenção foi a alta de 11,73% no preço dos veículos.

Fernando Zingler, diretor executivo do IPTC, indica que o desafio, certamente aceito por todos, para 2021 sem dúvida será equilibrar os centros de custos e a falta de insumos, que vem afetando diversos setores e dificultando o transporte de cargas.

“O transportador precisa ver mudanças em questões que há tempos estão paralisadas, como a reforma tributária, a retomada do crescimento econômico e qualificação de mão-de-obra específica para o setor, principalmente motoristas de caminhão”, conta Zingler.

Correndo atrás da tecnologia

Durante a recente crise que vivemos, a maioria das empresas reformaram suas operações para se adaptar ao cenário. Todos os setores que são capazes, se converteram, ainda que de forma breve e improvisada para o home office, sendo exigido de prontidão uma habilidade de trabalho a distância nunca requisitada antes.

Em termos de investimento, a grande parte das empresas estudadas planejam investir em tecnologia neste ano, sendo que em média, estas planejam destinar para isso até 4% do seu faturamento.

Em contraponto, o estudo expôs o fato de que os empresários do TRC não estão cogitando investir em novos terminais. Já existia uma predisposição do comércio trabalhar com estoques mais enxutos e consequentemente, necessitar de menos terminais de apoio, por conta disso, as empresas de transporte perceberam que as estruturas físicas dos galpões e armazéns não são mais tão essenciais, pelo menos não em uma escala com tamanho considerável. Por outro lado, as empresas também desejam investir na distribuição urbana, em pontos de cross-docking e fracionamento de cargas em locais estratégicos.

O setor de distribuição urbana foi o que teve menor capacidade ociosa de todos os setores pesquisados, e também é um dos setores mais propensos a contratar e investir em 2021”, avaliou Zingler.

Ociosidade + mercado = improdutividade

Em média 86% das empresas pesquisadas operaram com lucro no ano de 2020, sendo que deste total 78,4% tiveram aumento no faturamento se comparado ao ano anterior, e o lucro médio das empresas foi de 6,5%.

É legal lembrar que a diminuição do volume transportado no ano passado foi de -0,32% comparado a 2019. No geral, mais da metade das empresas participantes da pesquisa operaram com capacidade ociosa em 2020.

A média de ociosidade foi de 19, 25%, um cenário que expõem uma lamentável realidade, que afeta diretamente a produtividade e consequentemente os resultados operacionais das empresas.

Como não se surpreender tanto com 2021?

O setor de transporte rodoviário anda junto com as tendências econômicas da indústria e do comércio, e se beneficia da economia destes para crescer.

O relatório do estudo constata que o aumento dos custos e as políticas públicas desfavoráveis, atualmente, são os fatores que limitam o crescimento das empresas do TRC, que mostram uma margem de lucro tímida pela situação atual.

Os custos estão integralmente relacionados a fatores externos e as políticas públicas envolvidas no processo. As reformas estruturais que o Brasil vem adiando poderiam diminuí-los. Porém, a política nacional em especial, permanece sem definições claras.

Assim, o estudo conclui que é preciso um planejamento das empresas de curto e longo prazo, para viabilizar o retorno à recuperação daquilo que foi perdido na recessão de 2014-2016 e do que está sendo minado com a pandemia da Covid-19.

Fonte: SETCESP

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