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Segundo o presidente do G10, Cláudio Adamuccio, o setor continuará garantindo alta demanda de transporte pelo menos até 2040

Nos próximos 20 anos, o setor do transporte pode ficar preparado para atender à demanda do setor do agronegócio. Quem afirma isso é o G10, grupo composto por grandes empresas de transporte de carga com sede em Maringá, no Paraná, incluindo as empresas Cordiolli, Rodofaixa, Transfalleiro, Transpanorama e VMH e que, juntas, atendem às necessidades de clientes do agro com uma frota estimada de 5 mil veículos, incluindo aí caminhões e implementos.

Embora as empresas façam essa previsão em conjunto, cada uma opera de maneira individual e com uma carteira própria de clientes, operando em outros segmentos. Considerando apenas o agronegócio, o G10 movimentou mais de 20 milhões de toneladas de carga em 2020.

Segundo o diretor-presidente do G10, Cláudio Adamuccio, que também é diretor administrativo da Transpanorama, o agronegócio continuará crescendo por mais 20 anos, até 2040, e que o agronegócio brasileiro vai crescer ainda mais. O segmento, aliás, foi o único que não parou durante a pandemia, mantendo o fluxo de grãos para os mercados interno e externo, ao contrário do que aconteceu com a queda no volume de transporte em vários setores como etanol, com queda de 50%, de diesel, 20% e de querosene, 80%.

O executivo também afirmou que o setor do transporte rodoviário precisa aprender a lidar com a intermodalidade, que será uma realidade cada vez mais frequente no País. As informações foram dadas em entrevista ao Estradão, site ligado ao jornal O Estado de S. Paulo.

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