Cresce procura por profissionais de seguros e resseguros

Cresce procura por profissionais de seguros e resseguros

Posições específicas para áreas médica e proteção de dados foram buscas relevantes neste primeiro trimestre, de acordo com a Fesa Group

A busca por executivos para novas posições e trocas de posições no mercado de seguros e resseguros estão mais aquecidos em 2019. No ano anterior, muitos projetos se iniciaram, mas entraram em espera e avaliação devido ao momento político-econômico do Brasil. Em 2019, os projetos estão efetivamente saindo do papel e a dinâmica está mais acelerada.

Segundo Thayanie Ujino, sócia especialista no mercado de seguros da consultoria de executive search Fesa Group, a demanda no primeiro trimestre de 2019 cresceu 43% em relação ao mesmo período do ano anterior. “O aumento na busca por executivos no mercado de seguros e resseguros se deve tanto a reestruturação de áreas, substituições pontuais e turn over natural quanto a investimento em seniorização e especialização de times alinhadas às estratégias macro das companhias”, explica.

Em 2019, as áreas financeiras, de subscrição de risco, de resseguros, bem como executivos com formação na área atuarial continuam em alta para projetos em diferentes seguradoras e resseguradoras. No entanto, posições específicas para áreas médica e de desenvolvimento de produtos foram buscas relevantes neste primeiro trimestre, de acordo com executiva da Fesa Group. “O mercado de seguros e resseguros está cada vez mais aberto a trazer profissionais de outros setores econômicos”, comenta.

Com a mudança na dinâmica do mercado para uma vertente mais tecnológica, as áreas de tecnologia e de operações promovem mudança no perfil dos executivos que compõem o time, bem como indicam a necessidade de estruturação de novas vertentes envolvendo proteção de dados, privacidade e segurança da informação.

E quais características as seguradoras e resseguradoras buscam em um profissional em 2019? Mais do que background específico, o executivo precisa ter um mindsetdirecionado para inovação e estar aberto a novidades. Acompanhar as tendências dos outros setores econômicos é essencial, pois entender a necessidade do mercado é primordial para todos os subsistemas de seguros. “As seguradoras têm expectativa que os executivos possam fazer a gestão desta mudança no modus operandi, avaliar as tendências e se antecipar, mas que não deixem de lado o modelo de negócio atual que é o maior gerador de receita. Olhar para inovação é essencial, mas como inserir isso no mercado atual é o desafio”, finaliza Thayanie.

Fonte: Sonho Seguro

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Facebook, WhatsApp e Instagram serão integrados, confirma Zuckerberg

Facebook, WhatsApp e Instagram serão integrados, confirma Zuckerberg

O CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, confirmou a integração do Messenger com o Instagram e o WhatsApp, comprados pela empresa dele em 2012 e 2014, respectivamente. A notícia já havia sido adiantada pelo jornal americano The New York Times na última sexta-feira (25). O responsável pelas redes sociais afirmou que o projeto será a longo prazo e, por isso, só deve ser lançado a partir de 2020. O executivo ainda se disse “animado” para esse investimento e o principal motivo apontado por ele é a possibilidade de ampliar a criptografia de ponta a ponta do serviço de mensagens instantâneas para outros produtos.

Ainda de acordo com Zuckerberg, o objetivo do projeto seria atender aos desejos dos usuários que pedem uma maior associação entre os três programas – disponíveis para celulares Android e iPhone (iOS). A proposta mantém as atividades dos serviços independentes – a diferença está na integração completa entre as plataformas, o que possibilitaria o intercâmbio de conteúdo entre elas. Dessa forma, por exemplo, seria possível enviar uma mensagem do WhatsApp para um usuário do Facebook, mesmo que essa pessoa não tenha uma conta ativa no mensageiro.

O método de criptografia de ponta a ponta – indicado como o centro da questão – é a garantia de privacidade dos usuários no WhatsApp. Esse sistema, adotado pela plataforma em abril de 2016, protege o conteúdo das conversas e impede que ele seja violado. Até mesmo os desenvolvedores do aplicativo ficam impedidos de acessar as informações compartilhadas entre usuários. Isso já rendeu disputadas judiciais, inclusive no Brasil, onde a empresa se recusou a ceder dados importantes para uma investigação criminal liderada pela Polícia Federal.

Vale lembrar que o Facebook já teve graves problemas com a segurança das informações pessoais dos usuários. Um caso de destaque é o que envolve a empresa de marketing político Cambridge Analytica na campanha de Donald Trump durante a corrida presidencial dos Estados Unidos, em 2016. Na ocasião, a consultoria teve acesso aos dados confidenciais de cerca de 50 milhões de pessoas que tinham perfis na rede social. A estratégia aplicada na coleta foi o uso de testes de personalidade, pelos quais foi possível delinear perfis psicológicos detalhados, usados para a exibição de propagandas políticas mais assertivas. O escândalo veio a público em março de 2018, após revelações feitas pelos periódicos americano e britânico, The New York Times e The Guardian.

Via Seeking Alpha e The New York Times

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