Correio Real britânico adota vans elétricas em Londres

Correio Real britânico adota vans elétricas em Londres

A eletrificação chegou ao correio britânico, com nove unidades de um veículo movido a energia renovável. As vans vermelhas movidas a bateria foram desenvolvidas pela Arrival Electric Vehicles.

Operando com pesos de até 7,5 toneladas, rodarão distribuindo encomendas no centro de Londres.

Há outros veículos eletrificados na frota do Correio Britânico, com 100 vans elétricas Peugeot (de menor porte), que foram encomendadas e serão colocadas em serviço em outras cidades na região metropolitana de Londres

Antes de adotar estes veículos, foram feitos testes com outros modelos propostos pela empresa de logística UPS.

Automonia

A autonomia a plena carga das novas vans chega a 240 quilômetros com carga total, o que é, portanto, suficiente para o uso dos veículos. O Correio Real Britânico não é o único serviço europeu a adotar a eletrificação: na Alemanha a internacional DHL também está adotando veículos elétricos na última milha.

Scania lança caminhão totalmente elétrico com alcance de 250 km

Scania lança caminhão totalmente elétrico com alcance de 250 km

A Scania lançou nesta semana (na Europa…) seu primeiro caminhão totalmente elétrico. Com alcance de até 250 km, o modelo tem autonomia para operar durante todo o dia e ainda retornar
com segurança para seu depósito para carregamento noturno. Se houver necessidade de um alcance estendido, o motorista pode carregar rapidamente o caminhão durante uma pausa ou durante as paradas normais de operação em carregadores rápidos.

O novo modelo está disponível com a opção de cinco baterias, para um total de 165 kWh de potência, ou nove baterias, totalizando 300 kWh de capacidade instalada. Com cinco baterias, o alcance é de 130 km.

O alcance, claro, assim como acontece com caminhões a combustível, varia conforme o peso e tipo da carga e a topografia e distâncias a serem percorridas.

Potência

Com o motor de combustão removido, o espaço para as baterias foi liberado. O novo motor elétrico oferece um potência contínua de 230 kW ou aproximadamente 310 hp.

Assim como acontece com os motores elétricos aplicados em carros, uma das principais diferenças do motor elétrico é que ele apresenta o torque máximo muito mais rápido, resultando em melhores respostas em aceleração e resposta do trem de força.

Além dos motores, outros componentes necessários para propulsão totalmente elétrica, como gerenciamento de bateria unidades, componentes de refrigeração da bateria, sistema de direção eletro-hidráulica, ar elétrico, compressor e inversor também são montados ao longo da estrutura do chassi.

O caminhão elétrico a bateria da Scania vem equipado com um conector de carga CCS para carga rápida e que permite que, com o modelo de 130 kW, as cinco baterias serão
carregadas em menos de 55 minutos (mais ou menos uma pausa de almoço) e, no caso do modelo de nove baterias e 230 kW, em cerca de 100 minutos.

Energia em frenagens

Outra importante novidade dos modelos da Scania está nos freios regenerativos, ou seja, a energia de frenagem pode ser usada para carregar as baterias, resultando em mais autonomia para os modelos.

O caminhão elétrico Scania está disponível com cabines das séries L e P, ambas
projetadas para operações urbanas.

Os preços não foram divulgados e não há previsão de chegada dos modelos ao mercado brasileiro.

Você já conhece as últimas novidades do MDF-e Integrado, que entram em vigor agora em setembro?

Você já conhece as últimas novidades do MDF-e Integrado, que entram em vigor agora em setembro?

Em fevereiro deste ano, foi publicada a Nota Técnica de número 2020.001 no portal do Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais e cujas alterações entram em vigor agora no dia 8 de setembro (caso não haja novos adiamentos, o que já aconteceu em função dos impactos para o setor da crise de enfrentamento ao novo coronavírus).

Mas antes de entrar no detalhe do que essa nova Nota Técnica aborda, vamos falar um pouco sobre o MDF-e integrado. É um projeto que foi criado para gerar uma infraestrutura digital de documentos, legislações e processos para simplificar a emissão de documentos fiscais de transporte e integração.

A ideia é criar um novo ecossistema digital que permitirá o aperfeiçoamento dos procedimentos e informações compartilhadas entre os agentes da cadeia do transporte e fiscalização (ETC, TAC, ANTT, Administradores de meios de pagamentos e as Secretarias de Fazenda). Ou seja, será possível compartilhar informações entre todos os envolvidos no transporte, utilizando um único documento e uma infraestrutura já consolidada, o que simplificará o compartilhamento de informações e formatos.

Nos últimos meses, as Secretarias da Fazenda, Encat e parceiros vem estruturando as atividades para superar os desafios enfrentados pelos órgãos de controle. O principal objetivo é criar um ambiente operacional mais eficiente e competitivo, com as ações abaixo:

  • Aprovação do compartilhamento dos MDF-es dos 27 Estados com os órgãos reguladores de transportes;
  • Aprovação da obrigatoriedade de emissão do MDF-e em todas as operações de transportes, tanto intermunicipais quanto interestaduais.
  • Implantação da plataforma digital e registro de eventos eletrônicos, que permitem ao transportador confirmar a entrega da mercadoria ao destinatário, possibilitando assim, a redução do prazo para o recebimento do frete;
  • Aprovação da Nota Fiscal Fácil, que permitirá aos contribuintes, que operam com vendas de mercadorias e os TACs, emitirem seus documentos fiscais de maneira simplificada e através de um smartphone, conforme legislação publicada no D.O.U do dia 19/12/2019 (Ajuste SINIEF No. 37 de 13 de dezembro de 2019).
  • Publicação da NT que estrutura o MDF-e integrado.

As principais vantagens do MDF-e integrado para as transportadoras, são:

  • Geração automática do CIOT, através do sistema emissor de CT-e e MDF-e, para as modalidades TAC e TAC-Agregado
  • Facilitar e automatizar o processo de fiscalização do Piso Mínimo do Frete (resolução ANTT No 5.849)
  • Geração de informações que facilitam a negociação do recebimento de fretes, diretamente na instituição financeira onde possui conta.

A Guep, que está desenvolvendo um sistema próprio e inovador de emissão de CT-es, o CT-e-Express, já levou em consideração essa nova resolução.

Caso queira saber mais sobre o nosso sistema inteligente de emissão de CT-es, clique abaixo para falar com de nossos especialistas!

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Guep é notícia: uso de blockchain no agronegócio

Guep é notícia: uso de blockchain no agronegócio

A Guep foi citada em recente matéria publicada no boletim Blocknews, que aborda o uso da tecnologia blockchain (tecnologia de criptografia distribuída mais comumente associada a criptomoedas como o Bitcoin).

A matéria abordou a questão do uso desta tecnologia em sistemas de rastreabilidade no agronegócio e contou com a participação de Eduardo Figueredo, CEO da SBR Prime, provedora de sistemas blockchain. Figueredo participou do webinar ‘2º Meetup Live Blockmeet MT – Blockchain, IoT e Agronegócio’, junto a outros formadores de opinião, realizado no início do mês e que reuniu outros fornecedores de tecnologia e grandes grupos empresariais do agronegócio.

Em entrevista ao boletim Blocknews, o executivo comentou sobre a integração de tecnologias de rastreabilidade de grãos associado à logística e mencionou a parceria da SBR Prime com a Guep.

“Tudo vira um QR code registrado em blockchain, com dados como o movimento logístico, qual semente está no caminhão – com dados de produção e do produto -, em qual caminhão está e quem é o motorista. Para isso, há uma combinação de blockchain e internet das coisas (IoT). Os dados vêm de aparelhos como drones e câmeras. Todo os sistemas incluem um leilão reverso de fretes criado na plataforma. O dono da carga escolhe quem vai transportar. Isso democratizou o frete com inteligência de dados, além de rastrear o transporte, motorista, veículo, com um machine learning que verifica mais de 400 bases de dados de transporte em 15 minutos”, explicou Figueiredo.

Confira a íntegra da matéria neste link.

Scania anuncia produção livre de combustíveis fósseis, mas também tem más notícias

Scania anuncia produção livre de combustíveis fósseis, mas também tem más notícias

A Scania, fabricante de caminhões Scania, parte do grupo Traton da Volkswagen, anunciou no final de julho, que todas as suas dez principais fábricas em todo o mundo agora são alimentadas por eletricidade livre de combustíveis fósseis, meta que havia sido estabelecida para o final deste ano de 2020.

A última planta de produção que eliminou o uso de energia de origem fóssil foi a de Tucumán, na Argentina, que passará a ser abastecida por eletricidade de um parque eólico.

Energias renováveis

Com isso praticamente toda a produção da empresa passa a se basear em fontes de energia renováveis, ou seja, fontes como hidroeletricidade, energia eólica e solar.

Das dez fábricas, três estão localizadas na Suécia e duas na Holanda, sendo uma na Argentina, Brasil, Finlândia, França e Polônia. Juntos, eles consomem anualmente cerca de 450.000 MWh.

A transição para eletricidade livre de fósseis, segundo dados da Scania, corresponde a uma economia anual de 33.000 toneladas de CO2e (carbono equivalente). Em 2019, a Scania produziu 91.700 caminhões, 7.800 ônibus e 10.200 motores industriais e marítimos.

É claro, parte desse sucesso se deveu a um componente que ‘acelerou’ o cumprimento desta meta que foi o impacto econômico da pandemia do coronavírus em toda a produção mundial de veículos, motivo que leva a uma outra novidade, não tão animadora: cortes de pessoal.

Redução nos quadros

Se no lado ambiental a Scania tem boas notícias a divulgar, no front de pessoal, nem tanto. Como falamos acima, o impacto da crise do coronavírus, que derrubou a demanda por novos veículos em todo o mundo, levou a empresa a anunciar, recentemente, uma redução no seu quadro de funcionários.

Essa reestruturação deve resultar no corte de cerca de 5.000 trabalhadores da empresa em todo o mundo. O corte representa 10% da força de trabalho global da Scania e seguiu uma queda de 41% nas entregas de veículos no primeiro semestre de 2020, disse a empresa em um comunicado.

“Olhando para o futuro, a situação da demanda permanece incerta”, disse o presidente-executivo da Scania, Henrik Henriksson, em um comunicado. “Vai demorar muito até que a demanda volte aos níveis anteriores à crise”, acrescentou o executivo.