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Nova resolução da ANTT dá prazo ilimitado para o RNTRC

Nova resolução da ANTT dá prazo ilimitado para o RNTRC

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) publicou na última sexta-feira (24/6), a Resolução nº 5.982/2022, que atualiza os procedimentos para inscrição e manutenção no Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC).

A nova resolução substitui a Resolução ANTT nº 4.799/2015 e traz algumas melhorias que possibilitam uma melhor aplicação e acompanhamento do cumprimento da norma e maior adesão pelo mercado como um todo.

A Resolução 5.982/2022 traz os requisitos para inscrição e manutenção do RNTRC, as obrigações que os transportadores devem ter, as instruções sobre infrações e penalidades e demais procedimentos. Dentre as principais mudanças, agora o prazo de validade do RNTRC é indeterminado e foi criado o mecanismo de revalidação ordinária, a fim de manter a atualidade dos dados cadastrais dos transportadores.

Para ter acesso a publicação da Resolução nº 5.982/2022, clique AQUI.

Alta do diesel pode elevar fretes em até 5%. Saiba como proteger sua transportadora

Alta do diesel pode elevar fretes em até 5%. Saiba como proteger sua transportadora

O novo reajuste de 14,26% no preço do diesel, anunciado pela Petrobras na sexta, dia 17/06/2022, torna necessário um aumento de no mínimo 5,0% no valor dos fretes, fator esse que deve ser aplicado emergencialmente, segundo o Departamento de Custos Operacionais (DECOPE) da Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&Logística).

Segundo a entidade, no acumulado do ano houve uma variação média de 28,93% na bomba. Junte a isso que nos últimos 12 meses os insumos do transporte rodoviário de cargas tem também sofrido impactos e reajustes em função de diversos fatores de mercado como o câmbio do dólar (e a necessidade de componentes importados) e a inflação, entre outros.

O cavalo mecânico, por exemplo teve seus preços reajustados em média 31,02%, semirreboque 32,55%, pneus 14,81% e por fim o acordo sindical da convenção coletiva dos trabalhadores do Transporte vêm fechando os acordos entre 10,0% a 12,47%.

A NTC&Logística recomenda às transportadoras que renegociem os valores dos fretes junto aos clientes para buscar melhor equilíbrio financeiro para suas operações.

Claro, recomendar é uma coisa. Daí a que embarcadores e a indústria topem os reajustes já é mais complicado: as negociações acabam pressionando ainda mais as transportadoras que já têm margens estreitas e um desafio enorme de se manter em atividade.

Agora, há uma forma de baixar os custos e ganhar eficiência INDEPENDENTE do resultado da negociação de reajuste com os clientes, protegendo a sua transportadora: migrar a sua Pesquisa e Cadastro de Motorista ou a Consulta e Cadastro de Motorista para um modelo digital, mais ágil e preciso, como o que a GUEP fornece para o mercado.

Por que isso é importante?

A pesquisa, cadastro, consulta e liberação de motorista é um processo que faz parte do gerenciamento de risco e está ligado às condições previstas nas apólices de seguro de RCF-DC (roubo de cargas), sendo considerado um item indispensável para manter a segurança na sua operação.

Essa pesquisa se aplica aos motoristas e aos veículos e implementos e tem como objetivo identificar se os responsáveis pelo transporte da carga representam ou não risco, se inspiram confiança ou não.

E por que isso é importante? A depender do que rege a apólice de seguro de transporte estabelecida entre a seguradora e transportadora, um determinado motorista pode não ser o mais indicado, em detrimento de outro, que pode ser mais recomendado para aquilo que se entendeu ser melhor para assegurar a integridade da carga, da entrega, do veículo, ou seja da operação como um todo.

O problema é que os serviços convencionais de Pesquisa de Motorista podem demorar horas ou dias para ocorrer a liberação do motorista. É aí que entra a tecnologia da Guep, que foge da pesquisa tradicional, com bancos de dados desatualizados e call centers que podem demorar um tempo valioso com uma nova Pesquisa e Cadastro 100% digital: o Score.

O Score é a solução da Guep para Pesquisa de Motorista. Ele roda na nuvem e usa uma inteligência artificial que varre simultaneamente mais de 400 fontes de informação.

“Nossa pesquisa é muito mais rápida. Com tempo médio de retorno de 20 minutos. E assertividade 40% superior a outras soluções”, diz Alex Barbosa, gerente de marketing da GUEP.

A pesquisa traz uma liberação mais ágil do motorista. O que diminui o risco e a sinistralidade. “O Score já é usado por mais de 2500 empresas de todo o Brasil. E pode ser adotado por qualquer transportadora, independente da corretora ou gerenciadora de risco. A GUEP é a única empresa de pesquisa de motoristas homologada em todas as seguradoras do transporte no Brasil”, afirma Barbosa.

Importante destacar que a liberação mais rápida do motorista reduz vários custos da transportadora como o de hora parada e estadia do motorista. Além, é claro, das despesas com o armazenamento da carga custodiada do cliente.

Segundo, a agilidade permite também redução dos prazos de entrega. Consequentemente garante maior fidelização dos clientes.

Evitando problemas

Outro aspecto positivo é a maior assertividade da informação. Por não usar dados defasados, a informação da Guep é mais precisa, evitando problemas. Já, na pesquisa e cadastro de motorista convencional, o motorista pode ter algum impedimento que ‘passou batido’. Isso pode justamente ser a causa da recusa do pagamento da indenização por parte da Seguradora na eventualidade de um sinistro.

Quer saber mais sobre o Score? Clique AQUI e saiba tudo sobre a nossa solução.

Container dobrável quer ser a saída para a logística mundial

Container dobrável quer ser a saída para a logística mundial

É comum que contêineres sejam transportados vazios de um lado para o outro quando a carga é entregue: acredita-se que pelo menos 33% de todas as movimentações desse tipo sejam feitas assim. Então, e se fosse possível levar vários desses contêineres de uma só vez? E outra: embora existam mais de 17 milhões de contêineres em circulação no mundo, o planeta enfrentou uma escassez da caixa metálica de transporte quando milhões delas ficaram retidas em portos chineses no ano passado e mesmo agora em 2022 por conta de medidas de restrição sanitária por conta do combate ao coronavírus.

Foi para atender a estas necessidades e criar uma alternativa mais flexível e inovadora criada pela startup americana Staxxon: um contêiner sanfonado que pode diminuir de tamanho, quando não está sendo usado e que, quando ‘aberto’, possui a mesma resistência do container tradicional.

Arquivo zipado

A compactação do container é feita por um sistema de dobras semelhante ao de caixas de transporte comuns, deixando-o, quando vazio, com um volume de 20% do tamanho original, o que permitiria o transporte, num caminhão, de cinco contêineres ‘vazios’ numa mesma viagem. O mesmo se aplica para a armazenagem em pátios e portos, o que otimizaria a ocupação do espaço. É a versão, no transporte, do ‘arquivo zipado’ dos computadores.

Por enquanto o produto só existe como conceito, e a fabricação em escala comercial deve começar em breve, mas se você já quiser arriscar encomendar o seu, a empresa já está aceitando encomendas exigindo um depósito de US$ 100 por container. Quer saber mais? Visite o site da empresa clicando AQUI.

Em vez de 5, 4

Agora, se você não quiser esperar o início das entregas comerciais da Staxxon, pode encomendar o seu container dobrável junto à holandesa 4Fold clicando neste link. A empresa desenvolveu sua própria versão de container dobrável e que tem um, digamos, nível de compactação um pouco menor, com a caixa metálica ocupando apenas 25% do espaço original, ou seja, em vez de 5 contêineres vazios por caminhão, apenas 4.

Transporte mais sustentável

E para além da questão de suprir a falta de contêineres, estas soluções dobráveis também podem contribuir para um transporte mais sustentável. Segundo dados da 4Fold, aproximadamente 20% de todos os contêineres em navios no mar estão vazios, e aproximadamente 40% dos contêineres em terra estão vazios, ou seja, cerca de 200 milhões de movimentos de contêineres vazios transportando nada além de ar a cada ano.

O impacto nas transportadoras marítimas e transportadoras em todo o mundo é de até 200 milhões de toneladas de emissões de CO2 e US$ 25 bilhões por ano em custos de transporte.

Com a adoção dos contêineres dobráveis poderia haver uma redução de 24% a 25% de emissões para caminhões na Europa e na China e 38% de redução de emissões para um serviço de navio porta-contêineres entre a China e a Europa.

E você sabe quem inventou o container?

Em 1957, o americano Malcom Mc Lean, então com pouco mais de 20 anos, era, veja só, motorista e dono de uma pequena empresa de caminhões. Ao observar o lento embarque de fardos de algodão no porto de Nova Iorque, teve a ideia de armazená-los e transportá-los em grandes caixas de aço que pudessem, elas próprias, serem embarcadas nos navios.

Mc Lean inventou o conceito desse compartimento reaproveitável e que foi o início da empresa Sea-Land, que seria a origem da Maersk, uma das pioneiras do sistema intermodal, abrangendo transporte marítimo, fluvial, rodoviário e ferroviário.

A China é a maior produtora mundial de contêineres. Como o país é o principal exportador de cargas manufaturadas do planeta, é essencial que consigam entregá-las com custos de logística competitivos. As principais fábricas de contêineres estão situadas nos arredores do Porto de Xangai, a maior instalação portuária do mundo.

Os principais modelos são o tamanho TEU, do inglês Twenty Feet Equivalent Unit, como o próprio nome sugere, é uma “unidade equivalente a 20 pés”. Esse é o formato mais utilizado, principalmente na hora de transportar cargas pesadas e de menor valor agregado; e o tamanho FEU, do inglês Forty Feet Equivalent Unit, ou “unidade equivalente a 40 pés”. Diferente do TEU, esse modelo é mais utilizado para cargas volumosas e de maior valor.

De Jornada nas Estrelas ao Dia da Logística

De Jornada nas Estrelas ao Dia da Logística

Você aperta um botão e a carga, as pessoas, num instante, estão no destino desejado. Esse é o mote do teletransporte, uma das tecnologias futuristas do seriado Star Trek – Jornada nas Estrelas. É um conceito interessante mas, enquanto não se inventa nada do tipo, a movimentação de bens e pessoas ainda depende dos vários modais de transporte que existem e hoje, dia 6 de junho, comemoramos o dia da logística.

Logística essa que vital para as economias do mundo e para a livre circulação de riquezas, nos vários modais existentes. Então aqui fica a nossa homenagem a todos que atuam nessa importante cadeia – nós da GUEP inclusive!!

Por que dia 6 de junho?

Por que hoje? Porque foi no dia 6 de junho de 1944 que aconteceu o chamado Dia D, com o desembarque de milhares de soldados aliados no norte da França, na região da Normandia. Foi o conjunto de tropas norte-americanas, britânicas, canadenses e francesas um dos pontos de derrocada do chamado Eixo (que unia a Alemanha nazista, a Itália fascista e o Japão, que buscava se estabelecer como uma potência imperalista na Ásia).

Este esforço conjunto pressionou as forças nazistas na chamada Frente Ocidental, liberando a França que estava ocupada pelos alemães, enquanto tropas russas pressionavam a Alemanha no front oriental (importante lembrar que foram tropas russas que chegaram até Berlim entre abril e maio, levando à derrocada do regime nazista e ao fim da guerra na Europa).

Para se ter uma ideia do tamanho da operação no desembarque aliado na Normandia, ela exigiu uma preparação de mais de um ano pelos aliados e mobilizou mais de 7 mil embarcações, 10 mil veículos terrestres e 156 mil militares, dos quais 24 mil desceram de paraquedas nas praias francesas.

Onde as histórias se encontram

Eugene Wesley Roddenberry, mais conhecido como Gene Roddenberry, foi um roteirista e produtor de televisão norte-americano e é mais conhecido como o criador da série de ficção científica Star Trek. Nascido em agosto de 1921, aos 20 anos foi piloto de bombardeiros durante a segunda guerra mundial, tendo combatido no front do Pacífico. Após a guerra, trabalhou ainda como piloto comercial de aviões antes de iniciar a carreira como roteirista.

Curiosidade

Há uma curiosidade relacionada ao teletransporte: trata-se de um macete, um improviso, uma ‘malandragem’ por assim dizer. É que, na época, a filmagem com maquetes mostrando a chegada e a saída de naves nos planetas encarecia e complicava as filmagens, pensaram num simples truque de câmera que colocava os tripulantes da Enterprise nos mais variados planetas – e o que virou uma das marcas registradas da série.

Guep recebe visitas de estudantes e professores do Brasil, Bélgica e EUA

Guep recebe visitas de estudantes e professores do Brasil, Bélgica e EUA

Nesta quarta-feira, dia 18 de maio, concluímos na GUEP a fase de imersão dos participantes do Global Teamwork For The Future, iniciativa conjunta das Universidades Metodista; a Washburn University, do Estado do Kansas, nos EUA; a PXL University of Applied Sciences and Arts, da cidade Hasselt, na Bélgica; e a Wuhan University of Science and Technolog, da cidade de Wuhan, na China

Os estudantes conheceram as atividades da GUEP, como atuamos no transporte de carga, provendo soluções de informação para tomada de decisão e no gerenciamento de risco, bem como nossa visão de futuro sobre o papel da tecnologia no transporte rodoviário de carga – TRC. Os estudantes abordaram as características do mercado brasileiro receberam alguns desafios feitos pela GUEP, incluindo aí como tecnologias disruptivas podem agregar valor, segurança e confiabilidade ao TRC.

A GUEP agradece aos alunos e professores participantes pela visita e troca de ideias. Nosso obrigado aos que nos visitaram: Profª. Karin Muller, Universidade Metodista; Profª.Pina Cimino, PXL University, Bélgica; e Prof. Michael Stoica, Washburn, EUA; e os estudantes Giovanna Casagrande e Evellyn Suyan, da Metodista; Nick Jaspers, PXL, Bélgica; e Carlos Emanuel, Washburn, EUA.

E também agradecemos aos que participaram por videoconferência:
Para a nossa empresa, é essencial fomentar a troca de experiências e conhecimentos com instituições acadêmicas do Brasil e do exterior, bem como contribuir para a disseminação de conhecimentos, inovações e melhores práticas.