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O guia definitivo com tudo o que você precisa saber sobre o DTe – Documento Eletrônico de Transporte

O guia definitivo com tudo o que você precisa saber sobre o DTe – Documento Eletrônico de Transporte

O guia definitivo com tudo o que você precisa saber sobre o DTe - Documento Eletrônico de Transporte

Você que atua em logística já ouviu falar no DT-e, o Documento Eletrônico de Transporte. Este novo – e importante – formato de documento ganhou mais relevância e voltou à baixa após o presidente Jair Bolsonaro ter sancionado, no dia 27 de setembro, a MP nº 1.051, que instituiu o DT-e. O texto havia sido aprovado pelo Senado Federal e aguardava sanção presidencial.

O DT-e vai unificar mais de 30 documentos, entre eles obrigações administrativas, documentos administrativos relacionados ao transporte de cargas no Brasil exigidos por diversos órgãos como SEFAZ (Secretaria da Fazenda), ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), entre outros, concentrando informações sobre licenças e condições contratuais, além do valor do frete e dos seguros e que surge como uma forma de desburocratizar, simplificar e reduzir custos do modal rodoviário no país.

Havia o medo de que o DT-e pudesse, de alguma forma, ser redundante, ou seja, ser apenas mais um documento que só aumentaria as obrigações dos transportadores. Ao que tudo indica, não parece ser este o caso. Se você quiser saber mais sobre o DT-e, pode conferir nossas matérias anteriores sobre o tema aqui e aqui, inclusive com entrevistas com especialistas sobre o assunto como Adauto Bentivegna Filho, assessor Jurídico do Sindicato das Empresas de Transportes de Carga de São Paulo e Região (Setcesp).

Implantação

A implantação do documento agora seguirá um cronograma definido pelo governo federal, que ainda vai regulamentar a nova lei. Administrações municipais e estaduais poderão firmar convênios com o Estado para incorporar outras informações de competência desses entes federativos, como especificações sobre tributos e demais obrigações relacionadas ao transporte de cargas nas esferas estaduais e municipais, por exemplo.

Diminuindo o tempo necessário para a fiscalização

Como o DT-e nasce para facilitar as operações de transporte de cargas em qualquer modal (importante ressaltar que ele não vale só para o transporte rodoviário de carga), sua criação vai eliminar a impressão de documentações e diminuir o tempo de parada dos motoristas. Atualmente, os documentos obrigatórios nas operações de transporte são impressos, o que leva tempo para tudo ser conferido nos postos de fiscalização. Com o DT-e, que tem formato eletrônico, os gastos e custos com a emissão de documentos caem consideravelmente e a fiscalização é agilizada de forma significativa: segundo dados divulgados pelo próprio Governo Federal, os caminhões poderiam ficar até 6 horas parados em postos fiscais para comprovação de diversas documentações.

Fiscalização eletrônica e sem fio

Essa é uma novidade interessante do DT-e: a fiscalização em trânsito de veículos. Isso é muito importante para agilizar o TRC, que se beneficiará do documento não ter impressos. Ainda não se sabe ao certo qual será a plataforma tecnológica a ser utilizada, mas o que se pretende é que haja um dispositivo por radiofrequência, algo semelhante a uma tarja de pedágio, que será acoplado ao veículo de transporte com todas as informações que o DT-e reúne. Então, sempre que o veículo passar por um posto de fiscalização, será registrada sua passagem e os órgãos fiscalizadores terão acessos às informações de documentos fiscais, carga, veículo e motorista, entre outras.

Que documentos o DT-e vai unificar?

Segundo informações do Ministério da Infraestrutura, o DT-e reunirá mais de 80 documentos exigidos numa viagem de origem e destino, sendo alguns deles: DAMDFe (Documento Auxiliar do Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais); DACTe (Documento Auxiliar de Conhecimento de Transporte Eletrônico); DANFe (Documento Auxiliar de Nota Fiscal Eletrônica); NFe (Nota Fiscal Eletrônica); Dados do seguro de carga; Dados do veículo e do motorista; Dados da transportadora e do embarcador; Tabela de frete mínimo; e Vale-pedágio, entre outros. E documentos como o Código Identificador da Operação de Transporte poderão ser incorporados como um campo dentro das diversas informações contidas no DT-e. Há quem diga que o CIOT vai desaparecer, mas o que parece será na verdade transformado em um termo diferente e constará como um número identificador na nova plataforma do DT-e. Além do CIOT, o DT-e também não eliminará o CT-e (Conhecimento de Transporte eletrônico), o MDFe (Manifesto Eletrônico de Carga) e nem a NFe (Nota Fiscal Eletrônica).

Quem deve emitir o DT-e?

A rigor, todos os entes que emitem o MDFe precisarão emitir o Documento Eletrônico de Transporte de forma obrigatória para todo transporte de carga em território nacional, o que inclui transportadoras, cooperativas, embarcadores que transportam carga própria (indústria, comércio, distribuidora, operadores logísticos) e empresas de contabilidade ou prestadores de serviço para esta emissão. A Guep, por exemplo, está se preparando para ser uma parceira das empresas de transporte na emissão do DT-e. Ah, e um detalhe importante: transportadoras e embarcadores que contratam transportadores autônomos TAC e equiparado devem se responsabilizar sobre a emissão do DT-e. Isso não será papel do motorista autônomo.

Quanto custará a emissão do DT-e?

O DT-e terá sua emissão cobrada pelos fornecedores de serviços, mas seu preço não deve ser elevado, na comparação com os processos necessários aos demais documentos, uma vez que seu papel é unificar informações. Os maiores custos serão para a implantação da infraestrutura de leitura de tags ou chips sem fio. O que se sabe até o momento é que a cobrança será por Documento Eletrônico de Transporte gerado, isto é, por viagem.


Ah e entenda melhor como funcionará o DT-e através do infográfico disponibilizado pelo Ministério da Infraestrutura que explica como funcionará o DT-e no posto de fiscalização.


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Atenção para os reajustes na tabela do frete que podem chegar a 5,90%

Atenção para os reajustes na tabela do frete que podem chegar a 5,90%

Não tem jeito: como a lei exige, sempre que houver oscilação superior a 10% no preço do óleo diesel, a ANTT – Agência Nacional de Transportes Terrestres deve reajustar a tabela do piso mínimo de frete, o que se tornou oficial nesta quinta-feira, dia 21 de outubro.

A tabela de valores mínimos usada pelos caminhoneiros foi alterada com reajustes médios que variam de 4,54% a 5,90%, a depender do tipo de veículo e classe de carga, conforme os valores publicados no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira, 21.

Segundo a ANTT, o menor reajuste médio foi relativo a tabela de transporte rodoviário de carga lotação, de 4,54%. Em seguida, estão as operações em que há a contratação apenas do veículo automotor de cargas, com alteração média de 5,10%.

Aumentos impactaram transporte frigorificado

A terceira tabela, de transporte rodoviário de carga lotação de alto desempenho, sofreu reajuste médio de 5,36%, e a de operações em que haja contratação apenas do veículo automotor de cargas de alto desempenho foi alterada, em média, em 5,90%.

Em números absolutos, para todas as categorias e tabelas, passamos de R$ 3,911 para R$ 4,130 por quilômetro rodado, um aumento de 5,60%, refletindo o aumento do diesel no período entre as duas tabelas. O preço praticado para o diesel no piso mínimo de julho era de R$ 4,568/litro, passado a vigorar o valor de R$ 5,033/litro na nova portaria, o que representa um aumento de 10,18% no preço do combustível.

Quem sofreu o maior impacto foi o transporte de carga frigorificada, com 6,62% de aumento no CCD (coeficiente de deslocamento) da Tabela D, ou seja, nas operações de transporte de carga lotação de alto desempenho, em que haja a contratação apenas do veículo automotor.

Você pode ver a íntegra da portaria número 496, de 19 de outubro de 2021, com todas as tabelas e coeficientes de custo clicando aqui.

A tabela de fretes foi criada em 2018 pelo governo Michel Temer, após a greve dos caminhoneiros que bloqueou estradas e comprometeu o abastecimento de combustível, de medicamentos e de alimentos em todo o Brasil.

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5 Dicas Matadoras para arrasar com logística na Black Friday

5 Dicas Matadoras para arrasar com logística na Black Friday

Você que atua em logística e transporte sabe que um dos picos do ecommerce brasileiro é a Black Friday e que, portanto, o período em torno do dia 26 de novembro traz uma série de oportunidades para quem presta serviços no transporte. E foi justamente por atuar com grandes players do ecommerce brasileiro que a Guep preparou para você este guia com 5 dicas matadoras para quem quer alavancar negócios com as entregas da Black Friday.

Mas antes de entrarmos nas dicas, é importante entender o porquê desta data ter ganho tanta importância para o varejo e também para os operadores logísticos. De início, o comércio eletrônico já vinha ganhando espaço e importância nas vendas do varejo com crescimento de dois dígitos ano a ano. E aí, claro, você deve ter pensado: e a pandemia da covid-19? Exato: em função das ações de isolamento no enfrentamento da pandemia do novo coronavírus, muitas pessoas – mas muitas MESMO – passaram a ficar em casa e precisaram fazer suas compras online.

Crescimento explosivo

Isso fez o comércio eletrônico ter um crescimento explosivo e acelerado no período de 2020 e 2021. Para se ter uma ideia, o e-commerce brasileiro conquistou 13 milhões de novos consumidores no ano passado, o que aumentou em 29% o total de clientes online em relação a 2019. Os dados são do relatório Webshoppers 43, feito pela empresa de pesquisas Ebit Nielsen. Ao todo, o comércio eletrônico faturou R$ 87,4 bilhões em 2020, um avanço de 41% sobre o ano anterior.

E o que isso significa para as empresas de transportes? Entregas, entregas e mais entregas.

E mesmo com a retomada das atividades no varejo, graças às ações de vacinação e cuidados como o distanciamento social e uso de máscaras, o ecommerce na Black Friday ainda vai bombar em 2021. Portanto, siga as dicas abaixo se quiser nadar de braçada nesse que é um dos melhores momentos para negócios com transporte no calendário brasileiro.

Dica 1 – Invista em planejamento

Se você contar apenas com a estrutura atual da sua operação de transporte, pode ser que não consiga dar conta do alto volume de entregas que a Black Friday gera. É importante também lembrar que as compras dos consumidores – e portanto as entregas – não se concentra no dia 26, na verdade acontecendo ao longo de toda a semana que antecede a data.

O melhor é aprender com o passado recente. Como foi a sua operação na Black Friday 2020? Você conseguiu cumprir adequadamente com os compromissos assumidos com os clientes? Qual foi o seu maior gargalo? O pick-up de produtos, o armazenamento ou a entrega na última milha?

Analisando estes indicadores você conseguirá maximizar sua operação. Lembre que o custo dos combustíveis aumentou de forma considerável, então você deve dar atenção especial ao ticket médio dos seus fretes.

Vale notar que, em algumas entregas e trechos você pode ter até prejuízo, mas isso pode ser compensado pelas entregas que terão melhor margem. Use isso a seu favor para oferecer um preço mais competitivo para seus clientes e conquiste mais negócios.

Dica 2 – Fique de olho nos benchmarks da concorrência

Alguns operadores logísticos cresceram com as oportunidades do ecommerce nestes últimos dois anos. Quais são as melhores práticas adotadas e que podem fazer sentido para a sua empresa? Analise o que os benchmarks deste mercado fizeram.

Talvez o uso de softwares para composição das entregas, que simula em 3D a ocupação de volumes de forma a maximizar o aproveitamento dos veículos. Alguns conseguem simular a composição de pacotes conforme a capacidade do veículo de forma a ter o máximo de entregas numa única viagem.

Outra ferramenta importante que pode ser incorporada é um bom software de roteirização que traça a melhor sequência de entregas possível, trazendo agilidade e economia de combustível.

E também há a questão dos veículos que compõem a sua frota: veículos mais novos e eficientes podem trazer importantes ganhos operacionais. O mercado oferece boas opções em locações e leasing, se você não estiver preparado para renovar sua frota. Num momento de pico como a Black Friday, cada segundo, cada centavo e cada ganho marginal fazem a diferença.

Dica 3 – Esteja pronto a manter um fluxo de informação junto ao cliente

Outro ponto a observar na Black Friday é a comunicação com seu cliente: além de fazer a entrega, é importante informar a previsibilidade dessa entrega e a sua conclusão. O grande problema é que, muitas vezes, a empresa se preocupa apenas com a entrega em si e esquece que, no ecommerce, o fluxo da informação é quase tão importante quanto o pacote do consumidor final chegar ao seu destino são e salvo.

Não é difícil entender o porquê. Nós mesmos, enquanto consumidores, quando fazemos uma compra online, ficamos ansiosos em saber o prazo de entrega do produto adquirido e ficamos acompanhando em que ponto do ‘caminho’ está o nosso objeto de desejo. Ora, se a transportadora não dispor de tecnologia, processos e pessoas treinadas que sejam capazes de informar ao site de ecommerce o status desse pacote, tudo vai por água abaixo. De um lado temos um consumidor ávido por receber sua compra e de outro o site de ecommerce, que é o cliente da transportadora, às cegas sem saber onde está e quando vai chegar aquela encomenda.

Outro ponto importante é que, às vezes, problemas e imprevistos acontecem. Toda a cadeia de serviços logísticos deve estar pronta para contornar esses problemas. Por exemplo, na hora marcada para a entrega, o consumidor não está presente em sua residência. Se ele precisou se ausentar, uma nova tentativa deverá ser feita mais tarde.

Isso implica em que o ecommerce informe em tempo real que foi feita uma tentativa de entrega. Em geral, os ecommerces notificam o usuário por aplicativos ou email, mas isso só é possível se a transportadora fizer o mesmo para o ecommerce. Não adianta nada o motorista fazer toda uma sequência de entregas durante o dia e só ao final do período informar quais não foram finalizados. Para evitar essa frustração para o seu cliente e para o consumidor final, aposte em tecnologia, processos e, nunca é demais ressaltar, no treinamento do seu time.

Dica 4 – Invista em manutenção preventiva e contingências

Já falamos antes e vamos reforçar: a Black Friday é o filé mignon das entregas do ano, com alto volume de negócios. Então não deixe para a última hora para fazer uma checagem rigorosa da sua frota. A sua manutenção está em dia? A última coisa que uma transportadora precisa neste momento é esquentar a cabeça com panes ou veículos parados por conta de problemas que poderiam ter sido evitados com uma simples manutenção preventiva.

E, claro, não podemos esquecer que problemas acontecem. Previna-se: suas apólices de seguro estão em dia e preparadas para cobrir todas as entregas que você fará neste ano? Não deixe para a última hora para resolver estes gargalos.

Por fim, lembre-se de que é preciso ter uma ‘gordurinha’ na sua operação para dar conta de imprevistos como veículos parados por problemas mecânicos. Esteja pronto a adotar uma contingência se necessário.

Dica 5 – Selecione as pessoas que vão te ajudar a ganhar AGILIDADE na Black Friday!

Uma característica marcante da Black Friday é o alto volume de negócios concentrado em um período relativamente curto de tempo. Por conta dessa alta demanda sazonal, dificilmente uma operação de ecommerce será atendida apenas com frota própria. É aí que entram os motoristas autônomos, que vão te ajudar a atender esse ponto fora da curva.

E, nessa hora, você vai precisar daquilo que é o mais importante para o ecommerce: agilidade. Sabemos disso porque trabalhamos com grandes clientes que atuam no atendimento ao ecommerce e a GUEP vai poder te ajudar o SCORE, a melhor e mais avançada solução de Pesquisa e Cadastro de Motorista do mercado.

E como o Score promove essa agilidade? É que a pesquisa de motorista da GUEP não usa bancos de dados, como acontece com outras soluções de mercado. Em lugar disso, usamos uma IA – Inteligência Artificial – que faz uma varredura em tempo real em mais de 450 fontes de informação online e em tempo real.

O resultado é uma pesquisa mais precisa e atual e muito, muito mais rápida, com tempo de resposta em questão de minutos.

Ou seja, você não precisa esperar mais horas ou dias para ter a liberação do motorista e isso se traduz, na sua operação, em mais segurança, maior agilidade e um maior número de carregamentos.

Com a GUEP sua transportadora vai ganhar em segurança e fazer muito mais viagens e não vai perder motoristas – e nem negócios – para a concorrência. Ah, e a GUEP é a única fornecedora de pesquisas homologada em 100% das seguradoras do transporte, ou seja, você pode, com um único sistema, atender a todos os seus clientes, independente de quem for a sua corretora de seguros ou a sua gerenciadora de risco.

Quer saber mais sobre o Score da Guep? Clique aqui.

E, se quiser ganhar agilidade na sua operação na Black Friday, a hora de agir é agora. Fale com um de nossos especialistas mandando agora mesmo um Whatsapp ou, se preferir, nos mande um email nos canais abaixo.

E boa sorte e bons negócios!!

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O que é pesquisa e cadastro de motorista e como funciona? Tudo o que você precisa saber

O que é pesquisa e cadastro de motorista e como funciona? Tudo o que você precisa saber

Você já ouviu falar sobre pesquisa e cadastro de motorista? É um processo que também pode ser conhecido como pesquisa e consulta de motorista ou simplesmente cadastro de motorista e é muito frequente no segmento do transporte rodoviário de cargas.

Todo embarcador e transportador tem uma séria preocupação em escolher a pessoa certa para transportar uma determinada carga. Aliás, o motorista é o grande responsável para que a mercadoria chegue sã e salva no cliente final. E se você trabalha no ramo de transporte de cargas, o conhecimento sobre esse termo é estritamente obrigatório para que você não tenha que arcar com altos prejuízos.

Caso você ainda tenha dúvida relacionada a esse tema de pesquisa, consulta e cadastro de motoristas e veículos, não se preocupe, porque acabamos de lançar um guia completo com tudo o que você precisa saber sobre pesquisa e cadastro de motoristas, o que é, como funciona, como fazer, quando é obrigatório e, mesmo quando não é, pode ser desejável, e muito mais.

Leia até o final para dominar esse assunto e evitar grandes problemas para sua operação.

Vamos lá?

O que é a pesquisa e cadastro de motorista?

Cadastro, consulta e liberação de motorista é um processo que faz parte do gerenciamento de risco da apólice de seguro de RCF-DC (roubo de cargas), sendo considerado um item indispensável para manter a segurança na sua operação.

Essa pesquisa e cadastro, tanto de motorista quanto de veículos, é feita como parte dos processos de gerenciamento de risco no transporte de cargas e tem como objetivo identificar se os responsáveis pelo transporte da carga representam ou não risco, se inspiram confiança ou não. Veja abaixo como funciona essa pesquisa e em qual momento ela deve ser realizada.

Como funciona a consulta e liberação do motorista e veículo?

As seguradoras consideram a verificação dos perfis do motorista como essencial à liberação de apólices de seguro do tipo RCF-DC. Sendo útil essa consulta também para evitar riscos como acidentes, considerando que grande parte deles são causados por imprudência ao volante.

Como dissemos anteriormente, a conferência e liberação é feita por gerenciadoras de riscos de transporte de cargas. Elas analisam, em detalhes, o perfil do motorista e do veículo (quando necessário) através de um software próprio para esse processo.

Pesquisa do Motorista

Para a realização correta da consulta do motorista é necessário inserir algumas informações do condutor para que a ferramenta busque as informações e avalie o perfil do profissional que estará envolvido na operação.

Nessa análise, são conferidas informações da CNH (Carteira Nacional de Habilitação), histórico de certificações e treinamentos e também a análise socioeconômica (de acordo com os limites previstos na Lei do Caminhoneiro, Lei 13.103/2015), tudo para deixar mais seguro o dia a dia dos embarcadores e transportadores.

Pesquisa do Veículo

A partir da placa do veículo e do CNPJ/CPF do proprietário, o sistema contratado busca as informações financeiras do proprietário e do veículo, como:

  • Pagamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA);
  • Licenciamento no Departamento de Trânsito (DETRAN);
  • Restrições e/ou ordens judiciais;
  • Cadastro Nacional de Veículos Roubados, etc.

Como fazer essa pesquisa?

Como dissemos, para essa pesquisa e cadastro de motoristas e veículos seja feita da forma mais confiável e transparente possível, é preciso contar com uma ferramenta eficiente para sua operação.

Com um software completo você terá acesso a informações que revelam como está o desempenho de cada motorista, sobre comportamento e outras informações importantes que citamos no tópico acima.

A dúvida mais comum em relação a essas plataformas, é banco de dados é realmente seguro?

Nossa resposta é não, e vamos te explicar o porquê.

Nós da Guep atuamos há anos nesse mercado de transportes de carga e podemos afirmar que banco de dados não é a melhor opção para avaliar o perfil do motorista para sua operação.

Isso porque banco de dados podem ter informações desatualizadas sobre o principal condutor de sua mercadoria, e isso pode acarretar em sérios problemas para sua operação. Aliás, o que o motorista fez semana passada de errado pode não apontar em sistemas que fazem a pesquisa por este meio.

Por isso que nós da Guep, desenvolvemos uma solução de pesquisa e cadastro de motoristas que não depende de informações de banco de dados, mas busca em tempo real todas as informações necessárias para uma liberação mais segura. O Score é o único sistema que faz a consulta de 400 fontes simultaneamente para melhor tomada de decisão. Proporcionando 40% mais assertividade que qualquer outra opção do mercado.

Se você quer saber mais sobre o sistema de pesquisa e cadastro de motoristas Score, clique aqui.

Esta validação/liberação é feita em qual momento no embarque?

Esta validação/pesquisa é feita junto a gerenciadora de risco, antes da carga ser transportada. Se no ato do embarque o motorista, ajudante ou veículo encontrar se: não recomendado, inexistente ou não autorizado, o segurado perderá o direito a indenização, isso quer dizer que não foi aprovado para o transporte segundo a gerenciadora de risco.

Para finalizar…

Agora que você sabe tudo o sobre o que é e como funciona a pesquisa e cadastro de motoristas, o seu próximo passo é contar com uma boa ferramenta em sua operação para que esse processo seja o mais seguro e confiável possível.

Com a escolha certa, você pode ficar tranquilo quanto a segurança de sua operação e se concentrar em pontos estratégicos que trarão mais vendas para o negócio e assim, aumentar sua receita e clientes.

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Isolamento no coronavírus: como a empresa pode reduzir riscos para se manter na ativa

Isolamento no coronavírus: como a empresa pode reduzir riscos para se manter na ativa

Com certeza você já sabe que estamos presenciando um cenário sem precedentes em razão do combate ao Coronavírus, que causa a chamada Covid-19, uma doença grave e que já vitimou muitas pessoas em diversos países, inclusive com casos em nosso país.

O Brasil está vivendo sérios impactos dos desdobramentos do combate a este vírus, por conta de medidas tomadas visando a contenção do mesmo, incluindo aí o isolamento domiciliar em grandes centros e a suspensão de negócios e eventos, entre outros.

Neste cenário, atividades na saúde – no tratamento das pessoas – se mostraram essenciais, mas também outras como o varejo, que garantem a oferta de alimentos para a população, e o transporte de carga, que tem garantido o abastecimento dos grandes centros, se mostraram vitais para a sociedade.

Nas empresas, temos um cenário de crise econômica de grandes proporções e a perspectiva de recuperação muito lenta a médio prazo, o que gera sérias preocupações para todos os negócios, com incertezas, medos e dúvidas sobre como agir e se comportar durante esse período turbulento.

Pensando nisso, nós da Guep lançamos mais uma entrevista exclusiva na GuepTV (canal onde compartilhamos no formato em vídeo conteúdo exclusivo sobre o mundo da logística, tecnologia e novidades) com a advogada Bruna Gomide, especializada no setor de transporte, sobre os impactos da crise doo coronavírus nas empresas.

Nessa entrevista, dada ao gerente da marketing da Guep, Alex Barbosa, Bruna explicou sobre os aspectos trabalhistas, fiscais e operacionais, e também deu dicas e recomendações de como as empresas podem mitigar os riscos nesta fase e se preparar para a retomada das atividades quando a situação retornar à normalidade

Ficou interessado?

Assista agora a essa entrevista na íntegra, clicando aqui.

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Brasil precisa evoluir na gestão dos riscos no transporte

Brasil precisa evoluir na gestão dos riscos no transporte

O Brasil precisa criar uma cultura efetiva e evoluir na gestão de riscos na logística. Este foi um dos alertas de Alfredo Chaia, líder de Enterprise Risk Management da consultoria Risk Veritas e vice-presidente do CIST – Clube Internacional de Seguro de Transportes.

Chaia deu uma entrevista ao time da GuepTV e falou que o País vive um importante momento de transição no mercado de seguros de transporte.

Tecnologia e transformação

“Tudo isso muito ligado às transformações relacionadas à tecnologia, particularmente nos últimos 10 anos”, explica Chaia.

Para o executivo, a tecnologia tem evoluído no transporte nos últimos 30 anos, sempre imbuída das questões de ganho de eficiência e segurança, mas foi apenas nos últimos dez anos que aconteceu uma transformação digital acelerada, que tem, por consequência, gerado uma pressão maior sobre as organizações.

Para o executivo, existem questões como a multimodalidade e a integração de grandes cadeias de abastecimento. “Existem grandes desafios, mas é importante criar um pensamento voltado à prevenção e mitigação de riscos”, afirmou.

Integração e logística

Chaia comentou à GuepTV o desafio da logística atual como a integração de cadeias de suprimento cada vez mais complexas, onde existem organizações que não só movimentam, mas atuam na integração de componentes, com serviços de valor agregado aliados à logística.

“Muito do que conseguimos hoje é resultado do tamanho e a complexidade das cadeias logísticas, porém, se um dos agentes interrompe o fornecimento em um elo, toda a cadeia pode ser comprometida”, alerta Chaia.

E é nesta grande interdependência, que ocorre em escala nacional e internacional, que residem os grandes desafios para a logística e gestão de riscos. Qual é o papel da logística nesse cenário, como ela assume o desafio de operar isso em termos de escala e eficiência?

E Chaia, ainda chama a atenção para o fato do Brasil, apesar de seguir no desenvolvimento de da gestão de risco, é um fato de que ainda há um caminho a ser percorrido para que nos tornemos um País maduro em termos de gestão de risco.

Confira a seguir a íntegra da entrevista, na GuepTV 

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