É possível transportar mais e poluir menos

É possível transportar mais e poluir menos

De acordo com as mais recentes pesquisas, do total dos gastos logísticos brasileiros a maior parte é com transporte. Dados levantados pelo Instituto de Logística (ILOS), relativos a 2018, indicam que enquanto o Transporte (em todos os seus modais) representa 65% custo logístico, os Estoques chegam aos 25%, a Armazenagem a 7% e Administração, 3%. Os custos logísticos, como um todo, representam cerca de 11,7% do PIB nacional (algo próximo aos R$ 802 bilhões), enquanto a média mundial está em torno de 11%.

Os custos do transporte, no Brasil, e ainda segundo os dados do ILOS, para 2018, estão estimados em R$ 521 bilhões (7,6% do PIB) e o modal rodoviário, sem dúvidas, é aquele que soma o maior valor entre todos os demais: R$ 445 bilhões, ou seja, 85,4% do custo do transporte nacional.

Em termos de TKU (tonelada transportada por quilometro útil), as participações de cada modal de transporte são um pouco diferentes: Rodoviário: 60,0% (1.046 bilhões de TKU), Ferroviário: 23,3% (407 bilhões de TKU); Marítimo/Hidroviário, 13,2% (231 bilhões de TKU), Dutoviário: 3,4% (60 bilhões de TKU) e Aéreo: 0,1% (700 mil TKU).

Considerando que nossa matriz de transportes é preponderantemente rodoviária, e os motivos para a explicação desse fato serem os mais diversos possíveis, o Brasil ainda se vê obrigado a ter que utilizar as rodovias como principal canal para movimentar mercadorias. Há que se fazer uma observação importante: apesar de seus vários problemas, tais como roubo de cargas em excesso e o elevado número de acidentes, o modal rodoviário consegue operar com certa eficiência e cumprir o papel logístico a ele reservado (1).

E o Brasil, ao contrário do que é entendido por muitos, ao ser comparado com outros países, mesmo em termos de infraestrutura rodoviária deixa a desejar. De acordo com dados publicados pelo ILOS, no último Fórum em setembro deste ano, para um território de 8,5 milhões de quilômetros quadrados, o País conta com apenas 213 mil quilômetros de estradas asfaltadas. A Alemanha, 21 vezes menor, tem 230 mil quilômetros. Os EUA, com 9,1 milhões de quilômetros quadrados, isto é, 7% maior que o Brasil, possui 4.474 quilômetros de estradas asfaltadas, ou seja, 21 vezes mais.

Aproveitando o momento de reunião da cúpula dos países do BRICS, mais algumas comparações: China, com 9,6 milhões de quilômetros quadrados tem 4.774 quilômetros de estradas asfaltadas, a Índia, com 3 milhões de quilômetros quadrados, 3.502 quilômetros de rodovias asfaltadas e a Rússia, com 17 milhões de quilômetros quadrados, asfaltou 1.054 quilômetros de rodovias.

Por outro lado, quando discutimos os principais responsáveis pela emissão de CO2 (dióxido de carbono), as estatísticas são claras a indicar que, depois da Agropecuária e Mudanças do Uso da Terra, com participação de 73% do total, e a Energia, com 9,7%, o transporte é o terceiro maior “poluidor”, representando cerca de 9%. Os dados são da Mckinsey e da FGV, relativos a 2016. E o modal rodoviário, que como dissemos é responsável por 60% do total de TKU realizado no Brasil, em 2018, foi responsável por 85% das emissões de dióxido de carbono, tendo os demais modais juntos, responsabilidade de apenas 15%.

Esse cenário, matriz de transporte significativamente rodoviária, faz com que o Brasil tenha que conviver com índices de poluição razoavelmente ‘desconfortáveis’ e custos logísticos muito altos, quando comparados com as médias mundiais. É o transporte rodoviário, sem dúvida, o modal que mais emite CO² e o que mais custa por tonelada transportada por quilômetro útil. E reconhecendo que essa realidade não poderá (nem tampouco deverá) ser mudada no curto prazo, uma vez que faltam investimentos (2) para que outros modais tenham suas redes expandidas, passa a ser imprescindível a busca de outras soluções que reduzam custos operacionais e impactos ambientais negativos.

Aliás, mesmo no que diz respeito às rodovias, os investimentos têm sido muito baixos implicando, inclusive, em queda de suas qualidades. Segundo a Confederação Nacional do Transporte (CNT), em média, as estradas brasileiras classificadas como ótimo ou bom chegam apenas a 43%. Quando se trata de estradas públicas isso é muito pior: somente 34% alcançam essa classificação. E, diante das informações e estudos realizados, a CNT é taxativa ao afirmar que as condições das estradas brasileiras elevam os tempos das viagens e os custos de transporte. O aumento médio de custos nas estradas é de 26,7%, sendo 30,5% nas rodovias públicas e 9,9% e nas estradas privadas. Ressalte-se que a Fundação Dom Cabral, em estudos específicos realizados, mostra que as empresas brasileiras gastam em média, com a logística, 12,4% de sua receita líquida.

Fica parecendo óbvio, portanto, que a busca de uma matriz de transporte mais equilibrada, na qual os demais modais também sejam protagonistas, exige planejamento e disciplina, cuja atividade “multimodal” seja, de fato, levada em consideração. É imperioso, consequentemente, que as políticas públicas voltadas ao desenvolvimento da infraestrutura de transporte sejam elaboradas de forma integrada, sistêmica e prioritariamente. Além de contribuírem para a redução de grande parte do “custo” Brasil, essas políticas também possibilitarão que se trilhe um caminho mais curto para a diminuição das emissões de CO².

Mas enquanto a retomada concreta de investimentos em infraestrutura de transportes não vem, a contribuição das empresas de transporte e de operações logísticos é cada vez mais essencial.

Mesmo considerando que o tema “proteção ao meio ambiente” ainda seja algo recente, não devidamente enraizado na cultura nacional, e que o setor de transportes ainda é um setor que sofre um nível de competição muito grande, às vezes até predatório, e que não ajuda para que seja prioritária a inclusão, em suas atividades, de técnicas mais modernas de combate, controle e diminuição dos níveis de poluição, há que se fazer algo.

E aqui, permito-me fazer algumas sugestões que estão, sem dúvida, no limite de atuação das próprias empresas e não exigem esforços ‘espetaculares’:

  1. Adequar as políticas empresariais às políticas ambientais já existentes, quando possível adiantar-se a elas e atender as exigências dos seus clientes nesse “mister”;
  2. Aumentar os níveis de eficiência em todos os processos operacionais, melhorando a produtividade dos equipamentos operados direta ou indiretamente nas atividades de transporte e instituir índices de medição correspondentes às emissões de gazes de efeito estufa (GEE), inclusive com a realização de inventários e respectivas auditorias independentes;
  3. Desenvolver novas práticas e procedimentos operacionais (3) que tenham como principal objetivo a diminuição dos níveis de poluição em quaisquer atividades da empresa;
  4. Estimular (4) todos os seus fornecedores, notadamente os prestadores de serviços de transporte, a: (i) observar corretamente a política ambiental estabelecida, respeitando as normas e os procedimentos instituídos; (ii) adotar as melhores práticas operacionais que, entre outras exigências, devem contemplar aumento de produtividade e maior eficiência energética.

Evidente que a realização de programas desse tipo exigirá um gerenciamento eficiente e, de preferência, ligado diretamente à alta direção da empresa, pois como se trata de programa fundamental e, por que não, prioritário, será preciso que todos, funcionários, fornecedores, clientes e demais colaboradores, entendam esse “sinal”.

Importante observar, que as ‘singelas’ medidas aqui propostas, além de contribuírem para que sejam diminuídos os índices de poluição gerados, também colaboram, direta e efetivamente, para a diminuição dos custos operacionais. Quem “roda” mais eficientemente, sempre com cargas e por distâncias menores, não só emite menos CO² como também gasta menos. Menor utilização de combustível não só é menos custo operacional como também é menor poluição. Aliás, argumento imbatível para convencer motoristas autônomos ou contratados a aderirem aos programas de combate à poluição.

Com planos de ação semelhantes – e outros ainda melhores e mais inovadores – temos certeza que será possível transportar mais e poluir menos, contribuindo efetivamente para que a Sustentabilidade, no seu conceito mais amplo, possa ser exercida na sua plenitude.

Para finalizar, recorro ao conceito de “sustentabilidade” definido pela Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, em 1987, através do Relatório Brundtland: “Sustentabilidade é o desenvolvimento que satisfaz as necessidades do presente sem comprometer a capacidade das gerações futuras de satisfazerem suas próprias necessidades”.

Autor: Paulo Roberto Guedes; é consultor e professor de logística, além de conselheiro da ABOL – Associação Brasileira de Operadores Logísticos

 

*As opiniões de Paulo Roberto Guedes não refletem necessariamente as opiniões da Guep ou de seus executivos

  • É preocupante, todavia, o movimento para reduzir a participação do modal rodoviário na matriz de transporte unicamente em busca de escala ou redução de impacto ambiental, sem uma análise de qual meio é o mais adequado para cada operação e, principalmente, sem a possibilidade de utilizar um modo mais lógico para cada trecho em uma mesma rota de distribuição. Por isso, faço minhas as palavras de Geraldo Viana, ex-presidente da Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC & Logística), quando escreveu, em 2007, o livro “O Mito do Rodoviarismo Brasileiro”: “O Brasil não terá nada a comemorar, enquanto a diretriz mais ambiciosa da sua política de transporte for, tão-somente, a mudança da nossa matriz de transporte de cargas para propiciar a redução da participação do modal rodoviário, em benefício das demais modalidades, unicamente em homenagem a um antirodoviarismo”;
  • Segundo estudos elaborados por Cláudio Frischtak e João Moura (“Uma estimativa do Estoque de Capital de Infraestrutura no Brasil”), para o IPEA, o estoque de Infraestrutura de Transporte, que no início dos anos 80 do século passado valia o equivalente a 21,4% do PIB brasileiro, agora não consegue superar os 12%. E isso se deu, basicamente, por que os investimentos nesse setor caíram de forma significativa: eram equivalentes a 2,36% do PIB, nos anos 1970/1980 e estão abaixo de 1% atualmente
  • Alguns projetos são fundamentais: a) “softwares” de roteirização, visando criar viagens com distâncias menores e que consumam menos combustíveis ou que aproveitem melhor a capacidade dos equipamentos de transporte; b) equipamentos que transportem maiores volumes; c) redução da idade média da frota e utilização de equipamentos de transporte que consumam e poluam menos; d) vistorias veiculares periódicas como forma de se impedir a circulação de veículos fora dos padrões aceitáveis de emissão de CO2; e) treinamento de direção defensiva e mais econômica etc.

Certificações ISO, notadamente a 14.001, também são instrumentos importantes e que proporcionam o desenvolvimento de um plano de ação consistente e abrangente, pois o monitoramento e o controle da execução dos planos e projetos implantados são necessários.

  • Programas de treinamento e sensibilização junto às empresas subcontratadas e aos motoristas, da frota própria ou de terceiros, são fundamentais. Reuniões de “sensibilização”, estímulo e incentivo para que todos os motoristas participem ativamente do programa de sustentabilidade, com reconhecimento, através de premiações, os melhores fornecedores da empresa, tendo a sustentabilidade como item fundamental de medição, são complementos imprescindíveis. Uma das mensagens que mais causam impactos positivos é a indicação clara de que, as medidas de combate à poluição estão, diretamente, vinculadas à diminuição de custos. É preciso evidenciar que o melhor aproveitamento dos equipamentos de transporte, também diminui custos operacionais, posto que um dos grandes objetivos é aumentar a produtividade dos equipamentos de transporte (rodar mais, transportar mais e consumir menos).

 

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Guep Bank estreia na Fenatran 2019 inovando em operações e pagamentos no transporte de carga

Guep Bank estreia na Fenatran 2019 inovando em operações e pagamentos no transporte de carga

Com o 1º banco digital 100% voltado ao segmento do transporte, empresa associa inteligência e automação de processos no atendimento a transportadoras e motoristas autônomos

Bancos digitais não são novidade, mas um banco digital totalmente voltado ao transporte e que se integra às operações logísticas é! Esta é a proposta do Guep Bank, banco digital criado pela Guep, uma empresa de tecnologia que nasceu dentro do setor de transportes e que se destaca por adotar tecnologias disruptivas em suas soluções como Inteligência Artificial, Big Data e Blockchain. Estas tecnologias se materializam na forma de um serviço financeiro ágil, confiável, eficiente e seguro, que aumentará significativamente a agilidade no pagamento de fretes para o motorista autônomo, a gestão de pagamentos de vale-pedágio, além de prover comodidade nas transações financeiras entre os elos da cadeia de transporte de carga.

“O Guep Bank vem preencher uma importante lacuna, que é de agilizar os pagamentos de fretes e automatizar processos, tudo isso num banco isento de mensalidade e no qual você pode fazer a abertura da sua conta de forma rápida e sem burocracia”, comenta Rodrigo Vecchi, CEO da Guep. O executivo explica que há vários pontos de melhora importantes a serem atendidos, como por exemplo a gestão dos pagamentos.

Atualmente, as transportadoras precisam ter uma equipe dedicada a monitorar continuamente a execução de serviços de transporte, muitas vezes liberando estes pagamentos um a um em bancos convencionais. Já do lado do motorista autônomo, há as dificuldades no recebimento: em geral ele precisa retornar com o caminhão vazio do local de entrega com o canhoto da nota fiscal assinado como evidência da entrega, para receber o pagamento.

Com o Guep Bank, tudo isso é resolvido com facilidade, porque, do lado da transportadora, é possível ter um painel de gestão de operações de transporte e os pagamentos ficam pré-programados, bastando um ok do gestor para finalizar a transação. O que viabiliza isso é a integração junto à plataforma PLUGGUE, onde o transportador consegue recepcionar uma notificação de que a viagem foi finalizada pelo motorista, podendo realizar o pagamento de forma simplificada.

A notificação é enviada por um sistema chamado GPMobi – parte da plataforma Pluggue – e que roda no smartphone do motorista: ao chegar ao destino de entrega, o motorista colhe a assinatura eletrônica do recebedor, digitaliza o canhoto da entrega e consegue encerrar tanto a entrega quanto o MDF-e de forma automática, ou seja, ele não precisa mais voltar com caminhão vazio para receber o pagamento do frete, estando livre para outros carregamentos.

“Parece simples, mas o Guep Bank vem coroar uma série de necessidades do setor de transporte, permitindo um ganho de tempo e produtividade, com redução de custos, tudo isso mantendo a segurança e privacidade de todos os envolvidos”, complementa Vecchi.

Como o Guep Bank funciona de maneira integrada aos sistemas da plataforma Pluggue, cada pagamento que a transportadora precisa fazer fica vinculada às operações de transporte e as informações referentes a cada pagamento – valor, motorista, conta, operação, etc. – são capturadas a partir da ordem de carregamento e aplicativo do motorista.

Ainda falando da parte de gestão, as transportadoras podem ter um controle eficiente dos pagamentos de frete e vale-pedágio, programação de transações, pagamentos agendados ou pré-aprovados e que apenas exijam a liberação via Token. “Com isso as áreas de gestão nas empresas podem se dedicar a outras atividades. Faz sentido, com toda a tecnologia que temos, ter times desperdiçando tempo com digitação de dados se podemos automatizar tudo isso com soluções avançadas?”, questiona Vecchi.

Já para o motorista, o Guep Bank é um banco completo no qual ele pode acompanhar seus pagamentos, conferir seu saldo, pagar contas e boletos, fazer transferências para outras contas e muito mais, inclusive com um cartão de débito com função crédito.

Entenda melhor este avanço

O Guep Bank é um banco digital que se integra à plataforma Pluggue, outro lançamento da Guep na Fenatran e que se baseia em tecnologias como Inteligência Artificial, Big Data e Blockchain. Como a Inteligência de Dados é um dos pilares de atuação da empresa, os recursos de Inteligência Artificial e Big Data se materializam na automação de fluxos de dados de diversas plataformas para agilizar a gestão de pagamentos, extraindo informações de diversas etapas do fluxo logístico e diminuindo a necessidade de intervenção humana.

Outro recurso importante proporcionado por estas tecnologias é a parametrização dos pagamentos segundo as regras de negócio e processos internos das empresas, de maneira que os gestores de pagamento de frete e vale-pedágio possam definir se querem automatizar todo ou parte do processo, facilitando o trabalho dos times e reduzindo erros.

Já a tecnologia Blockchain, que utiliza criptografia e distribuição de informações para todos os elos de uma cadeia, garante a privacidade e sigilo das informações que transitam pelos sistemas Pluggue e Guep Bank. “É por meio destas plataformas integradas que os agentes da cadeia logística podem ser notificados por eventos que acontecem ao longo de uma operação de transporte”, finaliza Rodrigo.

Sobre a GUEP

A Guep é uma provedora de tecnologia que desenvolve e provê soluções para alavancar a produtividade e eficiência de organizações da cadeia logística. Seu principal diferencial é de combinar tecnologias avançadas como Biometria, Mobilidade, Blockchain, Big Data, Inteligência Artificial e Pagamentos Digitais ao profundo conhecimento das práticas e processos de negócio deste mercado. Na Fenatran 2019, lança uma plataforma para o ecossistema logístico integrando, em um só lugar, documentos, processos e agentes da cadeia logística: Pluggue, que traz um conjunto de sistemas que envolvem do agenciamento de transporte à seleção do motorista, passando pela automação na emissão de documentos obrigatórios como MDF-e, Averbação e CIOT, entre outros, além de uma plataforma de pagamento eletrônico. Todas estas soluções são baseadas numa arquitetura de nuvem e são de fácil integração a sistemas corporativos como softwares de WMS, ERP ou TMS. A empresa também mostra na feira suas consagradas soluções Score, de pesquisa e cadastro de motorista, que se vale de recursos de Big Data e Inteligência Artificial para prover pesquisas rápidas e assertivas; soluções que traçam rotas mais seguras, novas tecnologias em rastreamento, RFID para agilizar o controle e embarque de cargas e soluções para o mercado de seguros no transporte rodoviário de carga. Com soluções que atendem às necessidades de embarcadores, transportadoras, corretoras, seguradoras e gestoras de risco, as tecnologias da Guep reduzem riscos e perdas e promovem maior eficiência, controle e produtividade para as organizações.

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Guep Pass inova ao prover solução de vale-pedágio  para o transporte com transparência e controle

Guep Pass inova ao prover solução de vale-pedágio para o transporte com transparência e controle

Solução trará governança às transportadoras com previsibilidade de gastos, melhora no fluxo financeiro e na prevenção de perdas com pagamentos indevidos

Uma nova tecnologia que minimiza perdas, melhora o controle do fluxo financeiro, traz previsibilidade para os gastos e promove a governança e transparência na operação de transportes. Isso tudo é reunido em uma inovadora solução de vale pedágio: O Guep Pass. O sistema que é lançamento da Guep na Fenatran 2019, possui cobertura em todo território nacional, isento de mensalidades e entre outras vantagens.

“O Guep Pass preenche uma lacuna de mercado ao trazer a agilidade de uma tag inteligente de passagem automática associada a ferramentas de software na nuvem que permitirão às transportadoras terem previsibilidade de gastos, com transparência e controle”, afirma Rodrigo Vecchi, CEO da Guep.

Segundo o executivo, a solução Guep Pass foi criada com a governança como pilar essencial, superando as limitações mais sérias das soluções convencionais de vale-pedágio como a imprevisibilidade nos gastos. Segundo Vecchi, em muitas ocasiões o transportador só recebe uma planilha com origens e destino e valores totais a serem pagos, frequentemente tendo grande dificuldade em contestar os valores apontados.

“Com o Guep Pass, o transportador terá à sua disposição um verdadeiro dashboard, um painel de controle com cada viagem associado às informações do CT-e ou do Manifesto de cada transporte, tendo um nível de controle inédito no mercado”, diz Vecchi.

Guep Pass: solução inovadora é isenta de mensalidade, vai trazer previsibilidade de gastos e plataforma online de gestão

Conciliação

Outro importante gargalo que o Guep Pass resolve está nas operações em que é o embarcador que arca com os custos do vale-pedágio mas que, por uma série de razões, faz com que esse controle seja difícil para os envolvidos, o que acaba exigindo que as empresas tenham a necessidade de ter áreas e profissionais dedicados à gestão e controle destes valores. Com o Guep Pass, tanto o transportador quanto o embarcador, poderão realizar a conciliação de pagamentos, sabendo o que foi gasto, as previsões com base nos trajetos de origem-destino, ativação e carregamento de tags, entre outros detalhes.

Uma vantagem adicional do Guep Pass é a automação, com a parametrização e transferência automática de valores para as tags, de forma integrada à plataforma de software Pluggue, outro lançamento da GUEP na Fenatran 2019. É por meio dela que o transportador consegue vincular as viagens aos números de CT-e e MDF-e e é no Guep Bank, solução de banco digital da Guep – parte da plataforma Pluggue – que o transportador pode fazer transferências eletrônicas de maneira simplificada.

Sabendo antecipadamente o número de praças de pedágio entre uma dada origem e destino e o número de eixos do caminhão, o transportador já pode provisionar de forma antecipada os pagamentos em uma conta corrente e, havendo necessidade de carregar a tag do Guep Pass, o sistema pode fazer estas transferências automaticamente, dispensando intervenção humana.

Sobre a GUEP

A Guep é uma provedora de tecnologia que desenvolve e provê soluções para alavancar a produtividade e eficiência de organizações da cadeia logística. Seu principal diferencial é de combinar tecnologias avançadas como Biometria, Mobilidade, Blockchain, Big Data, Inteligência Artificial e Pagamentos Digitais ao profundo conhecimento das práticas e processos de negócio deste mercado. Na Fenatran 2019, lança uma plataforma para o ecossistema logístico integrando, em um só lugar, documentos, processos e agentes da cadeia logística: Pluggue, que traz um conjunto de sistemas que envolvem do agenciamento de transporte à seleção do motorista, passando pela automação na emissão de documentos obrigatórios como MDF-e, Averbação e CIOT, entre outros, além de uma plataforma de pagamento eletrônico. Todas estas soluções são baseadas numa arquitetura de nuvem e são de fácil integração a sistemas corporativos como softwares de WMS, ERP ou TMS. A empresa também mostra na feira suas consagradas soluções Score, de pesquisa e cadastro de motorista, que se vale de recursos de Big Data e Inteligência Artificial para prover pesquisas rápidas e assertivas; soluções que traçam rotas mais seguras, novas tecnologias em rastreamento, RFID para agilizar o controle e embarque de cargas e soluções para o mercado de seguros no transporte rodoviário de carga. Com soluções que atendem às necessidades de embarcadores, transportadoras, corretoras, seguradoras e gestoras de risco, as tecnologias da Guep reduzem riscos e perdas e promovem maior eficiência, controle e produtividade para as organizações.

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Com Easy Check, GUEP provê solução definitiva de  prevenção de perdas com RFID para a cadeia logística

Com Easy Check, GUEP provê solução definitiva de prevenção de perdas com RFID para a cadeia logística

Com patente requerida, solução se vale de hardware e software desenvolvidos no Brasil e que vão viabilizar um controle e prevenção de perdas eficiente e preciso

Uma nova tecnologia que resolve um grande problema técnico operacional e resolve, ao mesmo tempo, este que é um dos maiores desafios nas operações logísticas: a prevenção a perdas. É este o principal benefício do Guep Easy Check, solução de RFID para logística e prevenção de perdas, que tem patente requerida e que cumpre a grande promessa das etiquetas RFID graças à combinação de um hardware e software desenvolvidos no Brasil. Esta combinação compõe um gateway capaz de verificar com precisão grandes volumes de etiquetas RFID na carga e descarga de caminhões em docas.

A solução completa também prevê a adoção de uma impressora de etiquetas RFID de custo acessível e que pode ser incorporada às linhas de montagem em indústrias ou no controle de centros de distribuição.

“Esta é a solução que faltava ao mercado brasileiro de logística para a prevenção de perdas. A Guep inova mais uma vez ao entender – e atender – a esta demanda do mercado com uma tecnologia desenvolvida pelo nosso time de engenheiros e desenvolvedores, constituindo um importante diferencial para nossos clientes”, afirma Rodnei Botosso, vice-presidente da Guep.

De acordo com o executivo, a solução vai contribuir de maneira significativa para a prevenção de perdas na cadeia logística, contribuindo para reduzir custos e melhorar a gestão das operações de armazenamento e transporte de cargas.

Eficiência

Com o uso desta impressora, cada etiqueta RFID ganha uma identidade única e é associada a um determinado volume. Tomemos por exemplo uma carga de telefones celulares, armazenados em caixas individuais: cada caixa ganha uma etiqueta individual. Associado em fardos e sobrepostos em pallets, estas etiquetas podem ser lidas com precisão pelo Guep Easy Check, num portal que fica na doca de abastecimento do caminhão que fará o transporte.

Além da leitura feita com precisão e rapidez, outra vantagem do sistema está no software, que por meio de uma arquitetura avançada consegue fazer a integração com tecnologias como sistemas de ERP (gestão empresarial), WMS (Warehouse Management System) ou TMS (Transport Management System).

A solução também pode ser adotada em toda a cadeia logística fim-a-fim, do embarcador ao destino final, provendo o controle de inventário de forma automatizada dos ativos em armazém e controle de entrada nos sites da cadeia logística: transportadores, embarcadores, operadores logísticos, clientes, entre outros.

Armazenamento

Da mesma forma que contribui para fechar as portas às perdas na carga e descarga do transporte rodoviário, a tecnologia do Guep Easy Check também está voltada a trazer eficiência, prevenção e controle para armazéns e centros de distribuição de operadores logísticos.

“Boa parte dos desafios de armazéns e centros de distribuição constitui em saber o que está e aonde. Hoje os operadores têm uma visão muito próxima, mas agora, com a nossa tecnologia, conseguirão construir uma visão precisa de seus inventários e em tempo real, com elevada automação, dispensando a necessidade de intervenção humana e liberando profissionais altamente capacitados para outras atividades de maior valor agregado”, explica Bortosso. Para o executivo, a adoção do Guep Easy Check dentro de armazéns pode contribuir para um ganho de eficiência operacional de até 80% com uma redução de custo e ganho de tempo de até 40%.

Entenda melhor este avanço

Para entender o avanço representado por esta tecnologia, é preciso entender a evolução das etiquetas RFID. Operando por rádio frequência, estas etiquetas sempre foram a grande promessa tecnológica para o controle de inventário. Cogitadas como um forte substituto de outras tecnologias como o código de barras, facilitariam tremendamente aos agentes de logística saber quantos e quais produtos estão em cada lugar. Porém, por limitações de tecnologia, além do custo individual das etiquetas, as aplicações possíveis da tecnologia só eram viáveis em nichos específicos de mercado ou exigiam que operadores munidos de coletores portáteis estivessem próximos aos volumes individuais para uma contagem mais precisa. O ganho de eficiência não era completo

Porém, a evolução tecnológica, a escala de produção – que reduziram o custo individual das etiquetas – e esta nova solução Guep Easy Check permitem hoje que as etiquetas RFID cumpram a sua promessa original. Em vez de verificação individual ou por lotes, agora basta paletizar a carga e passar pelo portal da solução ao carregar o caminhão na doca e ter uma visão em tempo real de toda a carga que está sendo colocada no caminhão.

Esta informação pode abastecer instantaneamente os sistemas de gestão dos operadores logísticos, que terão uma visão precisa de toda a carga em transporte. Com isso, as divergências de informação e perdas podem ser praticamente zeradas, uma vez que haverá um controle preciso dos volumes em transporte. Ao chegar ao destino, o caminhão atraca em uma outra doca no cliente/destino onde uma segunda unidade do gateway Guep Easy Check confirmará a chegada de todos os volumes na mesma quantidade.

A tecnologia já está pronta para implantação no mercado brasileiro e conta com o suporte da Guep em todo o território nacional.

Sobre a GUEP

A Guep é uma provedora de tecnologia que desenvolve e provê soluções para alavancar a produtividade e eficiência de organizações da cadeia logística. Seu principal diferencial é de combinar tecnologias avançadas como Biometria, Mobilidade, Blockchain, Big Data, Inteligência Artificial e Pagamentos Digitais ao profundo conhecimento das práticas e processos de negócio deste mercado. Na Fenatran 2019, lança uma plataforma para o ecossistema logístico integrando, em um só lugar, documentos, processos e agentes da cadeia logística: Pluggue, que traz um conjunto de sistemas que envolvem do agenciamento de transporte à seleção do motorista, passando pela automação na emissão de documentos obrigatórios como MDF-e, Averbação e CIOT, entre outros, além de uma plataforma de pagamento eletrônico. Todas estas soluções são baseadas numa arquitetura de nuvem e são de fácil integração a sistemas corporativos como softwares de WMS, ERP ou TMS. A empresta também mostra na feira suas consagradas soluções Score, de pesquisa e cadastro de motorista, que se vale de recursos de Big Data e Inteligência Artificial para prover pesquisas rápidas e assertivas; soluções que traçam rotas mais seguras, novas tecnologias em rastreamento, RFID para agilizar o controle e embarque de cargas e soluções para o mercado de seguros no transporte rodoviário de carga. Com soluções que atendem às necessidades de embarcadores, transportadoras, corretoras, seguradoras e gestoras de risco, as tecnologias da Guep reduzem riscos e perdas e promovem maior eficiência, controle e produtividade para as organizações.

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GUEP lança na Fenatran plataforma de software na nuvem para integrar cadeia logística

GUEP lança na Fenatran plataforma de software na nuvem para integrar cadeia logística

A plataforma Pluggue visa unificar documentos, processos e fornecedores em um só lugar, viabilizando a logística 4.0 e a aceleração na criação das transportadoras digitais

Pluggue. Este é o nome da plataforma de software da GUEP para unificar o ecossistema de Transporte Rodoviário de Carga, integrando documentos, processos e agentes da cadeia logística. E esse é o grande lançamento da GUEP na Fenatran 2019, a plataforma que inclui uma gama de sistemas e aplicativos que operam de forma integrada para simplificar o processo logístico,  desde a solicitação e gestão do frete até o encerramento do manifesto, tudo por meios digitais.

Sua arquitetura possui tecnologias como a Inteligência Artificial, Big Data e Blockchain para integrar tarefas, processos e prestadores num serviço baseado na nuvem, que viabiliza a Logística 4.0 e que desenvolve as transportadoras digitais. Para entender sua aplicação, analisemos o presente cenário das transportadoras e seus desafios.

Quais são das dificuldades e atividades que impactam o transportador:

  • Muita digitação para a emissão de documentos como CT-e (Conhecimento de Transporte Eletrônico), MDF-e (Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais), CIOT (Código Identificador da Operação de Transporte) e averbações
  • Burocracia do pagamento de Frete e Vale-Pedágio
  • Emissão e averbação dos documentos antes da viagem acontecer
  • Unificar soluções e sistemas para emitir documentos de forma simplificada

Quais são os impactos destas dificuldades:

  • Atraso nas pesquisas e liberação do motorista (para cobertura securitária)
  • Atraso nas liberações de viagens
  • Demora nas entregas
  • Perdas financeiras com o caminhão parado no pátio (e não na estrada, onde ele gera receita para a transportadora)
  • Custos extras com armazenamento temporário da carga do cliente enquanto espera a liberação da pesquisa do motorista (este custo pode chegar a responder por até 12% da despesa operacional da transportadora)
  • Perda de cobertura securitária pela não averbação antes do risco
  • Multas por não emissão dos documentos fiscais

Quais são os agentes com quem a transportadora deve lidar em seu processo logístico:

  • Embarcador / Tomador
  • Motoristas Autônomos
  • Corretor
  • Seguradora
  • Gerenciadora de Risco
  • Meios de Pagamento
  • Plataformas de TMS e Bancos
  • Regulador de Sinistros
  • Pedágio / Vale-Pedágio

A plataforma Pluggue foi desenvolvida justamente para facilitar o gerenciamento e execução destes processos, com tecnologias que automatizam diversas atividades do transportador e embarcador, reduzindo drasticamente a necessidade de intervenção humana, aumentando a assertividade, segurança e eficiência dos processos. Ela é composta dos seguintes sistemas e funcionalidades:

  • GFrete:sistema de gerenciamento e contratação de frete, que permite a seleção de motoristas autônomos, com veículos específicos e com pesquisa e consulta de motoristas integrada. Se diferencia dos demais sistemas atuais de contratação de autônomo, que atualmente permitem a qualquer pessoa entrar e se cadastrar, sem que seja feita a verificação necessária. Isso é possível porque o GFrete conta com uma plataforma exclusiva da GUEP: o Score, sistema de pesquisa e cadastro que se vale de tecnologias de machine learning e Big Data para prover uma consulta em tempo real a mais de 400 fontes de informação, o que aumenta a precisão das consultas. Por se tratar de um sistema automatizado e online, que opera sem intervenção humana, a consulta pelo Score pode ter tempo médio de resposta de 15 minutos, o que gera grandes ganhos de produtividade ao transportador. Outro grande diferencial é o cálculo automático de frete mínimo conforme lei 13.703 de 8 de agosto 2018, com isso o transportador, sem sair da sua plataforma de gestão de fretes, tem seu frete respeitando os valores mínimos e ficando dentro da lei;
  • GPMobi:app mobile desenvolvido para rodar no smartphone do motorista. É por meio dele que o motorista é avisado de um pedido de carregamento. O sistema contará com uma integração dos sistemas GFrete e CT-e Express, que fazem parte da plataforma Pluggue. O motorista irá recepcionar os dados de carregamento antes de chegar ao local de embarque, além das informações sobre valores de frete, forma de pagamento e adiantamento, tudo enviado do sistema GFrete. Ao chegar no local de embarque, o motorista poderá escanear as notas fiscais do embarcador e enviar diretamente ao CT-e Express, para agilizar ainda mais o processo de emissão de documentos. Assim que os documentos são emitidos, o CT-e Express irá retornar o CT-e (Conhecimento Eletrônico de Transporte, documento obrigatório pedido pela Secretaria da Fazenda), MDF-e (Manifesto, conjunto de informações do transporte) e contrato de frete para o GPMobi. Ao finalizar a viagem no aplicativo, o CIOT (Código Identificador da Operação do Transporte, exigido pela ANTT) e o MDF-e serão encerrados automaticamente no CT-e Express. O aplicativo também possui visualização das rotas via Google Maps (ou qualquer outro aplicativo de GPS instalado no celular do motorista), histórico de viagens realizadas e seus respectivos contratos de frete.
  • CT-e Express: sistema que realiza a emissão de CT-e e MDF-e, e a grande vantagem é que muitas informações serão extraídas diretamente das notas fiscais digitalizadas pelo app GPMobi. O CT-e Expressse comunica com o sistema de emissão de CIOT, Vale-Pedágio e o sistema de averbação para preparar a emissão do MDF-e, com envio totalmente automático, evitando ao máximo o trabalho manual do transportador. O sistema também conta com um grid com as informações de cada processo (emissão dos documentos, retorno informando se a averbação foi realizada, emissão do CIOT e MDF-e), facilitando o trabalho de gestão e acompanhamento na transportadora.
  • CIOT: sistema de emissão de CIOT, que se comunica de forma automatizada com o CT-e Express, permitindo que o CIOT seja emitido com poucas informações, além de programar o pagamento do motorista no sistema Guep Bank.
  • Guep Bank: sistema e aplicativo bancário exclusivo da GUEP, o Guep Bank opera como um banco digital onde o motorista poderá visualizar seus pagamentos de frete recebidos, realizar transferências para outras contas e consultas a seu saldo. Também será um mecanismo de segurança e conveniência para o transportador, uma vez que ele poderá realizar os pagamentos de frete e vale pedágio diretamente do sistema Guep Bank, com os dados extraídos diretamente do CT-e Express.
  • GuepPass:é o sistema de emissão de Vale-Pedágio, que se comunica diretamente com o sistema CT-e Express, realizando a emissão automática do Vale-Pedágio e carregando a TAG do motorista. A informação também será repassada ao CIOT e MDF-e, dispensando o imput manual dos valores e praças de pedágio.
  • Averbguep:é o sistema de averbação eletrônica da GUEP. É através desse sistema que o transportador/embarcador realiza o envio de seus documentos eletrônicos para a seguradora, para garantir sua cobertura securitária. O sistema recepciona o CT-e do CT-e Express, retornando o número de averbação assim que o documento é processado. O número gerado é o que permitirá a emissão do MDF-e de forma automatizada e dentro do padrão SUSEP/ANTT.
  • Smart Contract: sistema de emissão automatizada de contratos que gera uma proposta de forma automatizada. Traz mais segurança jurídica na relação entre motorista e transportador. Também extrai os dados da prestação de serviço (dados do contratante, proprietário do veículo e contratado) a partir dos sistemas anteriores da plataforma Pluggue. Com as cláusulas do contrato, ambos terão maior comodidade e segurança na operação. Uma vez finalizado, este documento também será enviado tanto para o CT-e Express(transportador) quanto para o GPMobi (motorista).

Com todos estes recursos, a plataforma Pluggue vem ao encontro das necessidades e desafios do transporte rodoviário de carga e além de prover controle, assertividade, automação e produtividade, sua arquitetura ainda permite uma fácil integração a diversas plataformas de sistemas ERP e TMS do mercado, se transformando numa aliada indispensável para as empresas que querem melhorar seus resultados no setor de Transporte Rodoviário de Carga no Brasil.

Sobre a GUEP

A Guep é uma provedora de tecnologia que desenvolve e provê soluções para alavancar a produtividade e eficiência de organizações da cadeia logística. Seu principal diferencial é de combinar tecnologias avançadas como Biometria, Mobilidade, Blockchain, Big Data e Inteligência Artificial ao profundo conhecimento das práticas e processos de negócio deste mercado. Na Fenatran 2019, lança uma plataforma para o ecossistema logístico integrando, em um só lugar, documentos, processos e agentes da cadeia logística: Pluggue, que traz um conjunto de sistemas que envolvem do agenciamento de transporte à seleção do motorista, passando pela automação na emissão de documentos obrigatórios como MDF-e, Averbação e CIOT, entre outros, além de uma plataforma de pagamento eletrônico. Todas estas soluções são baseadas numa arquitetura de nuvem e são de fácil integração a sistemas corporativos como softwares de ERP ou TMS. A empresta também mostra na feira suas consagradas soluções Score, de pesquisa e cadastro de motorista, que se vale de recursos de Big Data e Inteligência Artificial para prover pesquisas rápidas e assertivas; soluções que traçam rotas mais seguras, novas tecnologias em rastreamento, RFID para agilizar o controle e embarque de cargas e soluções para o mercado de seguros no transporte rodoviário de carga. Com soluções que atendem às necessidades de embarcadores, transportadoras, corretoras, seguradoras e gestoras de risco, as tecnologias da Guep reduzem riscos e perdas e promovem maior eficiência, controle e produtividade para as organizações.

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BNDES melhora programa de financiamento voltado à manutenção de caminhões

BNDES melhora programa de financiamento voltado à manutenção de caminhões

Em abril deste ano o Governo Federal deu um aceno ao setor de transporte rodoviário com uma linha de crédito do BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – chamada BNDES Crédito Caminhoneiro, voltada a financiar custos de manutenção em caminhões. O problema é que o programa tinha algumas limitações: limite de crédito de R$ 30 mil e prazo de pagamento de dois anos e meio.

O programa, voltado para caminhoneiros autônomos e cooperativas de transporte, no entanto, não gerou grande repercussão. Até o momento, segundo informado pela agência de notícias Reuters, e noticiado pelo jornal O Estado de S. Paulo, apenas uma única operação havia sido contratada nessa linha, no valor de R$ 20 mil, no Paraná.

Melhores condições

Ao que tudo indica, por conta destas condições o programa passou por mudanças, e para melhor: agora o valor do crédito subiu para R$ 100 mil e o prazo foi ampliado para cinco anos, com até 12 meses de carência. As novas regras já estão em vigor.

Os empréstimos podem ser pedidos até o dia 26 de maio de 2020. O BNDES anunciou, ainda segundo informações do O Estado de S. Paulo, que destinaria R$ 500 milhões para a linha de crédito.

“O problema nem é tanto a linha de financiamento em si, que é positiva. O problema são as exigências necessárias para o tomador do empréstimo, o que restringe o alcance do programa. Outro ponto importante é que o BNDES não empresta diretamente para o caminhoneiro ou cooperativa, mas repassa o dinheiro a instituições financeiras e estas sim é que fazem o empréstimo”, alerta Fabio Brigidio, diretor do SETRANS – Sindicato das Empresas de Transportes de Carga do ABC. Para ele, além do desafio do caminhoneiro estar aderente às condições do programa, os bancos que oferecem o crédito precisam se empenhar na divulgação desta linha de crédito. “Não adianta a linha de crédito existir e o caminhoneiro, que é o público interessado, não ficar sabendo disso”, comenta Brigidio.

Exigências

De fato, o BNDES faz diversas exigências para os interessados em tomar empréstimos nessa linha de crédito, entre elas:

Para pedir um financiamento com recursos do BNDES, o cliente deve, portanto, atender a diversos requisitos, entre eles:

– estar em dia com as obrigações fiscais, tributárias e sociais;

– ter capacidade de pagamento;

– dispor de garantias suficientes para cobertura do risco da operação;

– não estar em regime de recuperação de crédito;

– atender a legislação relativa à importação, no caso de financiamento para a importação de máquinas e equipamentos; e

– cumprir a legislação ambiental.

Restrições

Importante ressaltar que há também restrições, uma vez que não podem ser beneficiárias de financiamento do BNDES pessoas físicas ou jurídicas que:

– estejam devedoras com o Sistema BNDES ou façam parte de alguma organização que esteja inadimplente com o BNDES;

– tenham título protestado;

– constem em processo judicial que, a critério do BNDES, possa comprometer a capacidade de cumprimento de suas obrigações perante o BNDES;

– estejam em processo de falência, concordata ou recuperação judicial ou extrajudicial.

O consultor e professor de logística Paulo Roberto Guedes, conselheiro da ABOL – Associação Brasileira de Operadores Logísticos – concorda que programas como o do BNDES são importantes, porém o que é necessário neste momento é a retomada da atividade econômica. “De que adianta dispor da linha de crédito se o tomador não tiver condições de saldar seu débito? O crédito é importante, mas é fundamental reaquecer a economia brasileira e dar condições àquele caminhoneiro, que quer investir no seu equipamento e deixá-lo em bom estado de funcionamento, de conseguir mais e melhores fretes e isso, só se conseguirmos reaquecer a economia”, alerta Guedes.

Para o consultor, o caminhoneiro passa pelo desafio de trabalhar em um momento em que a oferta de frete é maior do que a demanda, o que deteriora as condições para quem quer se candidatar a um financiamento do tipo.

Mais informações

Mais informações sobre o programa BNDES – Crédito Caminhoneiro podem ser obtidas diretamente no site do BNDES, neste link: Clique aqui 

E, para facilitar a vida de quem está aderente às condições exigidas pelo programa, a Guep lista abaixo as instituições financeiras e bancos, tanto privados como públicos, que estão habilitados a trabalhar com o BNDES Crédito Caminhoneiro.

  • ABC-Brasil
  • ABN AMRO
  • Alfa BI
  • Alfa CFI
  • Badesc
  • Badesul
  • Banco do Brasil
  • Bancoob
  • Bandes
  • Banestes
  • Banpará
  • Banrisul
  • Basa
  • BBM BM
  • BDMG
  • BIB
  • BNB
  • BNP Brasil
  • Bradesco BM
  • BRDE
  • Caixa
  • Caterpillar BM
  • CCB
  • Central Ailos
  • Citibank BM
  • CNH BM
  • Cresol Baser
  • Cresol SC-RS
  • Cresol Sicoper
  • Daycoval BM
  • Desenbahia
  • Desenvolve SP
  • DLL BM
  • Fomento Paraná
  • Haitong Banco de Investimento do Brasil S.A.
  • ING Bank
  • Itaú Card BM
  • Itaú Unibanco BM
  • John Deere BM
  • J.P. Morgan
  • Komatsu
  • Mercedes BM
  • Moneo BM
  • MUFG BR
  • Rabobank
  • Randon BM
  • Rendimento BM
  • Rodobens BM
  • Safra BM
  • Santander BM
  • Scania BM
  • Sicredi
  • Stara Financeira
  • Sumitomo
  • Tribanco BM
  • Volkswagen BM
  • Volvo BM
  • Votorantim BM
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