ANTT lança 38 novos serviços digitais para o público

ANTT lança 38 novos serviços digitais para o público

A ANTT – Agência Nacional de Transportes Terrestres, disponibilizou 38 novos serviços digitais e, com isso, chega a 55 o total de serviços oferecidos eletronicamente ao cidadão, no portal de serviços do governo federal.

Exemplos de serviços

Para citar alguns exemplos dos serviços disponíveis atualmente podemos mencionar:

– Cadastro de transportador no RNTRC

– Consulta a multas de transporte

– Modificar frota de transportadores no RNTRC

– Obter anuência prévia para transferência de controle societário

– Obter ou renovar Licença Originária para transporte rodoviário internacional de cargas

Facilidades

O objetivo da Agência com esta expansão é de desburocratizar a vida dos brasileiros que atuam no setor de transporte e trazer maior agilidade e prover facilidade na obtenção de licenças, consulta a multas e processos e autorizações, entre outros documentos.

Antes da opção digital, não era raro documentos desta natureza levar de 10 a 15 dias para serem emitidos por vias convencionais, prazo que foi reduzido para algo como dois a três dias.

Os novos serviços da ANTT também vão beneficiar empresas como concessionárias da infraestrutura ferroviária e rodoviária, bem como para os transportadores de cargas – o principal mercado consumidor do produtos e serviços da GUEP – e transportadores de passageiros.

Os serviços da ANTT estão disponibilizados na categoria de Trânsito e Transportes. Para conhecer a relação completa dos serviços disponibilizados pela Agência, clique aqui.

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CIST e Escola Nacional de Seguros promoverão curso de pós-graduação em Logística, Riscos e Sinistros

CIST e Escola Nacional de Seguros promoverão curso de pós-graduação em Logística, Riscos e Sinistros

O Clube Internacional de Seguros de Transportes (CIST), que recebe apoio da GUEP nos workshops do CIST, vai organizar, juntamente com a Escola Nacional de Seguros o curso de extensão em nível de pós-graduação em “Logística, Riscos e Sinistros na Cadeia de Suprimentos”.

O curso vem ao encontro da necessidade de qualificar os profissionais que atuam no transporte de carga, riscos e seguros, e setores associados.

Com início previsto para o próximo dia 15 de junho, o curso fornecerá uma visão sistêmica e técnica deste importante segmento econômico, abordando temas como Logística e Cadeia de Suprimentos; Identificação e Análise de Riscos; Transportes Nacional e Responsabilidade Civil do Transportador Rodoviário de Carga; Transportes Internacional; Sinistros e Fraudes.

“Essa é a terceira edição desta importante iniciativa que promovemos junto com a Escola Nacional de Seguros. Entendemos que é fundamental difundir a cultura do seguro de transporte, segmento que sempre precisa de novos talentos. Convido todos os profissionais dos setores a se inscreverem para aproveitar essa oportunidade de desenvolvimento profissional e de networking qualificado”, afirma Salvatore Lombardi, presidente do CIST.

Serviço
Curso: “Pós-graduação em Logística, Riscos e Sinistros na Cadeia de Suprimentos”
Duração: 56 horas/aula – sábados (quinzenal)
Início: 15 de junho de 2019
Horário: 08h às 15h15
Endereço: Rua Augusta, 1.600, Consolação – São Paulo (SP)
Investimento: R$ 2.400,00 à vista ou em 4x de R$ 615,08
Pré-requisito: Graduação completa ou experiência comprovada na área
Mais informações: (11) 2739-1059 ou pelo e-mail posgraduacao@ens.edu.br
Inscrições: http://bit.ly/2YUTwVR

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Venda de caminhões e VUCs crescerá em 2019, dizem organizadores da Fenatran

Venda de caminhões e VUCs crescerá em 2019, dizem organizadores da Fenatran

O Brasil deve encerrar este ano com retomada nas vendas de caminhões e VUCs, segundo projeções de mercado divulgadas durante a coletiva de imprensa da Fenatran 2019. No evento, realizado em São Paulo, na última sexta-feira, foram divulgados projeções e dados divulgados pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) e Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes  de Veículos Automotores).

Segundo a projeção, o mercado local deve vender cerca de 75 mil caminhões e 387 mil VUCs neste ano, contra 66 mil e 356 mil, respectivamente, no ano passado. O mercado mostra uma importante retomada depois das quedas de vendas registradas no período que vai do final de 2014 a 2016, mas que, mesmo assim, ainda estão longe dos valores registrados em anos anteriores como em 2013, quando o mercado brasileiro comercializou 154 mil caminhões e 539 mil VUCs, segundo os organizadores da Fenatran. O evento contou com a cobertura do time da Guep.

Fenatran: maior evento do setor de transporte rodoviário

O evento bienal da Fenatran é um momento importante para todo o setor de transporte na América Latina, pois é o principal evento voltado ao segmento de transporte rodoviário de cargas na região. Nesta edição, deve trazer mais de 350 empresas entre fabricantes de caminhões e veículos, implementos rodoviários, serviços, sistema de segurança, ferramentas e tecnologia, além de contar com visitantes de todo o Brasil, além de outros 35 países.

A Guep, que faz parte deste último segmento, desenvolve soluções voltadas aos setores de logística, seguros e gestão de risco usando o estado da arte em tecnologias como blockchain, big data e inteligência artificial para trazer mais confiabilidade, segurança e eficiência operacional para empresas de gestão de risco, transportadoras e embarcadores e estará presente, pela primeira vez como expositor, na Fenatran 2019, mostrando lançamentos em softwares e soluções para aumentar a produtividade do setor de logística. Os visitantes da Fenatran 2019 poderão conferir os lançamentos da Guep no estande da empresa, localizado no endereço E152.

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Caiu a obrigatoriedade do adesivo RNTRC

Caiu a obrigatoriedade do adesivo RNTRC

Você sabia que caiu a obrigatoriedade do Adesivo do RNTRC nos caminhões?!

Nesta semana, Tarcísio Gomes de Freitas, Ministro da Infraestrutura, anunciou que a ANTT vai dispensar os caminhoneiros de usar o adesivo de identificação do RNTRC – Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas nos veículos.
Além de reduzir a burocracia, a decisão vai trazer mais tranquilidade para autônomos e transportadoras, porque havia risco de multa que poderia chegar a R$ 5 mil por ausência, rasura ou adesivo danificado.

Mas fique atento: o caminhoneiro ou transportadora ainda pode ser multado no valor de R$ 550,00 nos casos em que o transportador, inscrito ou não no RNTRC, dificultar, de qualquer forma, a fiscalização durante o transporte rodoviário de cargas.

A resolução passa a vigorar daqui a 30 dias, quando os caminhões passarão a ser fiscalizados somente pelos números das placas.
Confira a íntegra da Resolução neste link: www.guep.com.br/antt

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Veja como a Logística Lean virou o jogo nas operações da Ageo

Veja como a Logística Lean virou o jogo nas operações da Ageo

A logística Lean, ou logística enxuta, como também é conhecida, é um método criado para
promover a maior eficiência nos processos logísticos e a sua aplicação dentro da empresa de
terminais de armazenagem Ageo foi o tema painel “Logística Lean aplicada em operações
rodoviárias e marítimas”, que foi apresentado por Cauim Lopes, gerente de Operações da
Ageo, empresa nacional que lidera a movimentação de granéis líquidos (materiais a granel) no
Porto de Santos, em São Paulo, com destaque para Etanol e outros produtos químicos, tendo
movimentado mais de 4200 metros cúbicos de materiais só no ano passado.
A equipe da Guep acompanhou a apresentação, parte do mais recente encontro do CIST –
Clube Internacional de Seguro de Transporte, realizado em São Paulo, no último dia 25 de
abril.

O que é a logística Lean e qual a sua aplicação?

A Logística Lean, também conhecida como Logística Enxuta, se baseia no modelo de gestão
denominado “Sistema Lean”, que foi desenvolvida pela japonesa Toyota, e que, em essência,
visa identificar os gargalos em processos produtivos para eliminar desperdícios e promover a
eficiência.

Mudanças trazidas pela metodologia Lean na Ageo

Em sua apresentação o executivo detalhou que antes da adoção da metodologia Lean, a
movimentação e recepção de cargas na Ageo, no Porto de Santos, estava sujeito a gargalos
que comprometiam a fluidez e eficiência da operação. “Havia um pico de caminhões próximo à
hora do almoço, com grandes ‘vales` na madrugada e final da noite, mesmo a nossa operação
permitindo atuar 24 horas por dia”, explicou Lopes.
Segundo o executivo, antes de adotar a metodologia Lean, a organização se preocupava em
apagar incêndios, não existiam metas e a empresa se debatia com procedimentos manuais de
controle.

Quando a empresa adotou o Lean, o primeiro passo foi estudar todos os fluxos de trabalho
que afetavam a operação. Viu-se, por exemplo, que os motoristas precisavam fazer um longo
deslocamento entre o ponto de estacionamento e o guichê de cadastro de motorista. Detalhe:
só havia um destes guichês, o que levava à formação de uma inevitável fila nos horários de
pico. O que se buscou foi simplificar os processos e aumentar a produtividade, sem descuidar
da segurança.

O resultado foi que a empresa passou a ter metas claras e objetivas, adotaram-se mecanismos
para automatizar o processo e foi criada uma sala de controle para produtos considerados
críticos. A recepção de motoristas, que antes se baseava numa lista impressa, demorava em
média 5 minutos para confirmação e, ao passar para uma validação digital por um tablet, teve
este tempo reduzido para menos de 30 segundos por caminhão.

Agilidade e atendimento

Na parte de recepção dos caminhoneiros, por exemplo, a distância entre estacionamento e
ponto de cadastro foi reduzida de 1,2 Km para 200 metros e a fila que ficava concentrada num
único guichê ganhou seis pontos de atendimento, reduzindo o tempo de espera de
atendimento de 1 hora para 25 minutos.

Com a maior agilidade no atendimento, a Ageo aumentou a performance no processamento
de cargas rodoviárias em atividades de importação em 17%, na comparação de 2018 com
2017, com redução de 32% no tempo médio por operação; e redução de 21% na exportação,
com redução de 33% no tempo no tempo médio por operação.

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Precificação precisa ainda desafia seguradoras resseguradoras

Precificação precisa ainda desafia seguradoras resseguradoras

Painel do 8º Encontro de Resseguro do Rio de Janeiro aponta para adaptação urgente a novo marco regulatório

O marco regulatório dos transportes de cargas colocará o setor securitário diante de uma série desafios, exigindo uma mudança de comportamento do mercado em geral, como acentuou Paulo Robson Alves, da AXA XL, coordenador da mesa de debates do painel técnico “Os desafios atuais do seguro de transporte”, realizado na tarde desta terça-feira (9), no segundo e último dia do 8º Encontro de Resseguro do Rio de Janeiro, que contou também com a participação da advogada Paula Rodrigues, sócia do escritório CGVF Advogados, e do diretor-geral da Internacional Risk Veritas, Alfredo Chaia.

Adaptar-se a essa nova realidade do marco regulatório do transporte, hoje um segmento de mercado extremamente  dinâmico e norteado por transações constantes e pontuais, exige uma conduta irrevogável para a análise precisa do risco: executar o contrato com base, entre outros aspectos, na jurisdição local e original da carga. Essa premissa é essencial, como reforçou Paula, endossando o comentário de Rodrigues:

“Há uma necessidade de ambientação. A gente está cada vez mais numa era de dinamismo, de alterações constantes, e o seguro de transportes vai precisar se adaptar e tentar acompanhar esse dinamismo. Hoje, o seguro de transportes segue um padrão, mas que deverá se postular em cláusulas particulares. Essa criatividade pode gerar até uma exposição que não é esperada, enfim, mas talvez possibilite trabalhar mais com orientações para (os contratos) se tonarem mais flexíveis às alterações”, pontuou Paula, para quem assumir riscos não é tarefa simples, sobretudo quando está em pauta o seguro de transportes, considerando os elevados índices de roubos de cargas, que posiciona o setor diante da incerteza do risco.

Chaia posiciona-se na mesma linha reflexiva . Porém, defendeu ele, o marco regulatório é uma medida que está interessando muito mais ao debate para quem contrata do que em razão da natureza do risco. “A parte dessas discussões de responsabilidade por contratação, os nossos debates de hoje, e muitos outros, sobre a complexidade e a interdependência, continuam grandes. Mas o transportador, genericamente, vai assumir um grau de responsabilidade progressivamente maior, porque o produto está cada vez mais variado e complexo”, concluiu.

O representante da Risk Veritas argumentou, inclusive, que o modo como hoje o setor subscreve transportes permanece defasado. “Se pensamos em interdependências, não dá para fazer essa subscrição com o modelo disponível hoje”, avaliou Chaia.

Fonte: CNseg

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