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Startup cria robô ‘fazendeiro’ com IA que elimina pragas com raios laser

Startup cria robô ‘fazendeiro’ com IA que elimina pragas com raios laser

A startup norte-americana Carbon Robotics criou um robô autônomo que usa uma IA e câmeras de alta precisão para identificar pragas e ervas daninhas. Em seguida, o robô usa feixes laser de 150 watts de potência para eliminar as pragas e preservar as culturas.

O modelo, que foi pensado para operar 24 horas por dia, pode funcionar sem precisar de intervenção humana.

Diante de uma rota pré-programada em seus sistemas, como toda uma área de cultivo, o robô vai identificando as fileiras onde está a área cultivada a ser rastreada e limpa, tomando cuidado para que suas rodas não afetem a cultura que está sendo desenvolvida ali.

Orgânicos

A tecnologia foi desenvolvida com foco em melhorar a qualidade do solo e, com o uso de tecnologia, reduzir a necessidade de uso de defensivos agrícolas. O robô, chamado Autonomous Weeder, também pode auxiliar as culturas de produtos orgânicos, que tem uma demanda cada vez maior junto ao público consumidor.

A empresa já recebeu mais de US$ 36 milhões em investimentos e a empresa divulgou que tem mais de US$ 20 milhões em encomendas para seus robôs fazendeiros.

Mas nem só de robótica vive a tecnologia no Agronegócio. Você quer saber mais sobre como a inovação na logística pode impactar os resultados no agro? Dê uma olhada na solução G-Frete Agro, clicando aqui.

Robô agrícola mata ervas daninhas com laser

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Cadastro e Consulta do Motorista no Seguro de Cargas

Cadastro e Consulta do Motorista no Seguro de Cargas

Hoje é quase impossível desassociar Transporte de Carga e Gerenciamento de Risco. Afinal, para ser manter competitivo e com uma boa margem de lucro é essencial diminuir custos, respeitar prazos e garantir que a carga chegue intacta ao seu destino.

Assim, gerenciar o risco significa também diminuir o máximo possível as chances de sinistros. E, para esse fim, existem uma série de ações que tem por função minimizar as chances de sinistros.

A chamada pesquisa e cadastro, ou consulta e cadastro para a liberação dos motoristas é um exemplo de uma etapa do Gerenciamento de Riscos. O rastreamento e monitoramento são outros exemplos de Gerenciamento de Riscos.

E, quando falamos de uma apólice de RDF-DC (Seguro de Responsabilidade Civil Facultativa do Transporte Rodoviário por Desaparecimento de Carga), o cadastro e consulta do motorista será sempre uma exigência. E é justamente sobre isso que falaremos nesse artigo: Cadastro e Consulta do Motorista no Seguro de Cargas.

O Seguro RCF-DC é obrigatório?

Diferente do seguro RCTR-C (Responsabilidade Civil do Transportador Rodoviário de Carga), obrigatório, o seguro RCF-DC é facultativo.

Enquanto o seguro obrigatório RCTR-C deve ser contratado para cobrir prejuízos ou danos causados pelo transportador como:

  • Colisão;
  • Capotagem;
  • Abalroamento;
  • Tombamento;
  • Incêndio;
  • Explosões.

O seguro RCF-DC cobre desaparecimento da carga, junto com o veículo transportador, em casos da perda da carga ou desaparecimento do veículo junto com a carga. Como:

  • Furto qualificado (com vestígios);
  • Roubo;
  • Extorsão simples ou mediante sequestro;
  • Apropriação indébita e estelionato;
  • Roubos no depósito do transportador;
  • Atos de pirataria durante a viagem com percurso fluvial;
  • Roubos praticados por quadrilhas.

Quando fazer a análise e consulta do motorista?

A consulta e liberação do motorista, ajudante e veículo, devem ser feitas:

  • Se Registrados: uma vez ao ano;
  • Agregados: devem ser consultados e liberados a cada seis meses.
  • Autônomos (carreteiro e ajudante): devem ser consultados e liberados antes de dar início a viagem de transporte.

Aqui valem duas considerações:

1ª – A primeira refere-se aos agregados. Agregado é aquele que possui contrato de prestação de serviço exclusivo com a transportadora ou que tenha realizado, no mínimo, 12 viagens no período de 1 ano pela transportadora.

2ª – As consultas e liberações acima descritas são as mais comuns nesses mais 20 anos que trabalhando com Seguro de Carga. Entretanto o que vale mesmo é o que está previsto ali na sua apólice. Em caso de dúvidas fale com seu corretor de seguro.

O que acontece quando a análise e consulta não é feita?

O não cumprimento das consultas e liberações dos motoristas e ajudantes ocasiona em perda do direito de receber a indenização em caso de sinistro. Afinal, vai contra o acordado em sua apólice de seguro.

Quem analisa o perfil do motorista e ajudante?

Quem analisa o motorista é uma das empresas homologadas e que constam na sua apólice de Seguro ou que estejam homologadas junto à sua seguradora. E como estamos falando de competitividade associada à gestão de risco, é importante saber que há diversos fornecedores deste serviço no mercado, que têm prazos diferentes para efetuar a liberação do motorista.

No caso das operações com autônomos, existem serviços que podem levar de horas a dias para efetuar a liberação, o que significa uma maior demora nas entregas. É esse quesito que favorece serviços digitais de análise do motorista como o feito pela Guep, por exemplo, que tem tempo médio de retorno inferior a 30 minutos para a liberação do motorista.

O que fazer quando o cadastro não for aprovado?

O primeiro passo é entender a recusa e o que pode ser feito. Caso a recusa persista o transporte deverá ser realizado por outro profissional avaliado e aprovado. Pois, em caso de sinistro, ao se constatar a recusa do motorista ou ajudante, dificilmente a Seguradora fará a indenização.

Quando você tiver alguma dúvida, pode buscar auxílio e orientações adicionais na sua corretora. A VOI Seguros é uma das referências no mercado nacional como especialista em Seguro de Transporte 🚚✈⛴ e parceira Guep. Com a empresa, você pode contar com uma assistência personalizada durante todo o processo. A empresa tem mais de 20 anos de experiência, diversos produtos complementares e especialistas treinados para tirar as suas dúvidas. Conte com a VOI Seguros ᕦ(ツ)ᕤ.

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A era da Pesquisa e Cadastro de Motorista digital

A era da Pesquisa e Cadastro de Motorista digital

O transporte de carga venceu importantes desafios em 2020, mantendo as operações em meio à crise e, em 2021, volta a pensar em como e onde investir para crescer, sabendo que riscos como roubo de carga e lentidão nas liberações de motoristas, para fins de liberação securitária, ainda atormentarão o setor.

A Guep aposta que a melhor saída para o problema está na Pesquisa e Cadastro de Motorista. Não a tradicional, com bancos de dados desatualizados e call centers que podem demorar horas ou dias na liberação securitária, mas uma nova Pesquisa e Cadastro 100%  digital, como a GUEP fez com o Score, solução de Pesquisa de Motorista que roda na nuvem e usa uma inteligência artificial que varre simultaneamente mais de 400 fontes de informação. 

Nós também desenvolvemos outras soluções com tecnologia avançada nas áreas de logística, gerenciamento de risco e seguros do transporte.

Nossa pesquisa é muito mais rápida, com tempo médio de retorno de 20 minutos e assertividade 40% superior a outras soluções e traz resultados imediatos na liberação mais ágil do motorista, diminuindo o risco e a sinistralidade. 

O Score já é usado por mais de 2500 empresas de todo o Brasil e pode ser adotado por qualquer transportadora, independente da corretora ou gerenciadora de risco, pois a GUEP é a única empresa de pesquisa de motoristas homologada em todas as seguradoras do transporte no Brasil.

Para a empresa, o importante a se destacar é que com uma liberação mais rápida do motorista, é possível reduzir uma série de custos da transportadora como custos de hora parada e estadia do motorista, além das despesas com o armazenamento da carga custodiada do cliente. Além de, claro, com a maior agilidade, há uma redução dos prazos de entrega e uma maior fidelidade dos clientes.

Outro aspecto positivo é a maior assertividade da informação: por não usar dados defasados, a informação da Guep é mais precisa. Quando se usa uma pesquisa e cadastro de motorista convencional, por outro lado, o motorista pode ter algum óbice que ‘passou batido’ e, como é de conhecimento de todo o mercado, nestes casos a seguradora pode recusar o pagamento da indenização na eventualidade de um sinistro, deixando o prejuízo no colo das transportadoras.

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De olho em transporte mais sustentável, Reiter Log comprará 124 caminhões Scania a gás,

De olho em transporte mais sustentável, Reiter Log comprará 124 caminhões Scania a gás,

A transportadora gaúcha Reiter Log, que atua com cargas nos segmento alimentício, varejo, cosméticos, e-commerce e agronegócio, entre outros, está apostando na diversificação de seus equipamentos visando um transporte mais sustentável.

A empresa investirá mais de R$ 100 milhões em 124 caminhões da Scania, modelo R 410, com configuração 4×2, 6×2 e 6×4, movidos a gás natural. As primeiras unidades deverão ser entregues no último trimestre.

A empresa deve utilizar biogás fornecido pelo mercado, mas não descarta produzir seu próprio combustível – no caso o biometano – a partir de rejeitos orgânicos. Os novos caminhões serão usados nas regiões Sul e Sudeste, para médias e longas distâncias, e também pela malha de abastecimento do gás nestes trechos.

Economia

Os fabricantes de caminhões buscam constantemente melhorar a eficiência energética de seus modelos, buscando motores mais econômicos e também sair do diesel como combustível, o que tem levado à investimentos em formas alternativas como a eletricidade, o hidrogênio (que é, indiretamente, um tipo de motor elétrico) e o gás.

Por enquanto, os custos dos modelos a gás são bem maiores do que os seus equivalentes a diesel equivalentes, algo como um preço 30% superior. Por outro lado, a redução de custo por quilômetro rodado varia de 12% a 15% a menos, além das emissões de CO2 serem até 15% menores.

Porém, se mais e mais empresas apostarem nessa nova modalidade de combustível, o custo final dos caminhões pode cair. É importante lembrar que, para alguns clientes e mercados, a redução das emissões de carbono e a sustentabilidade são importantes diferenciais na hora de se escolher uma transportadora.

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Multas por desrespeito à lei do descanso crescem 272%

Multas por desrespeito à lei do descanso crescem 272%

O número de infrações pelo não cumprimento da lei do descanso saltou de 5.775 em 2018 para 21.499 em 2020, o que equivale a um aumento de 272% nos três últimos anos, segundo informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Todos sabem que o Controle da Jornada do Motorista é um dos maiores desafios para as áreas de gestão em logística e no transporte rodoviário de carga, uma vez que o segmento é carente de ferramentas que consigam solucionar o problema e trazer um controle mais efetivo do que caminhoneiros e motoristas fazem em campo, nas estradas.

É que, embora existam fatores como a segurança pessoal dos motoristas e das cargas, nem todos respeitam à risca as pausas estabelecidas pela Lei 13.103/2015, conhecida como Lei do Descanso.

Detalhamento

A Lei do Descanso estipula pausas bem claras, como paradas de 30 minutos a cada cinco horas e meia ininterruptas ao volante. Além disso, o motorista profissional deve observar pausa de uma hora durante essa jornada para refeições. Outra regra é que o condutor faça um intervalo diário de 11 horas entre uma viagem e outra.

E é complicado assegurar o cumprimento de tudo, como o limite de duas horas extras/dia, ou até de 4 horas, se houver acordo coletivo, além de um horário fixo de início e término da jornada numa atividade como o transporte, que acontece nas 24 horas do dia.

E a jornada não pode ter mais de 5 horas e 30 minutos seguidas, com descanso obrigatório de no mínimo 30 minutos e descanso de 11 horas a cada 24 horas trabalhadas com pelo menos 8 horas ininterruptas.

Com tanto detalhe, não é de admirar que aconteçam autuações.

Em 2012, a média foi de 2,2 mil registros por mês. Em 2018, houve 5.775 registros de infrações. Já em 2019 foram 20.444. Ou seja, uma alta de 254%. Já em 2020 foram 21.499 infrações. Portanto, a alta em comparação com 2018 foi de 272,3%. Em 2021, os números continuam subindo. Até maio, a PRF registrou 11.366 infrações. Assim, a média foi de 2.273 registros. Ou seja, se o ritmo for mantido, a soma dos 12 meses do ano pode passar de 27.200 registros.

Lembrando que os infratores pagam multa de R$ 130,16 e o motorista autuado leva quatro pontos na CNH e o veículo pode ficar retido até que o tempo de descanso previsto seja cumprido.

Assim, quem mais sofre são os caminhoneiros autônomos. Ou seja, como o preço do frete não acompanha a alta de custos do transporte, muitos acabam descumprindo a lei para entregar cargas em prazos menores.

Importância do descanso vai muito além da lei

Embora todos os motoristas do segmento saibam das exigências da lei, nem todos cumprem o que é observado, em especial o autônomo, que controla sua própria carga horária.

A importância do descanso, vai, portanto, muito além da lei, pois pode assegurar a integridade física do motorista, por conta do desgaste físico natural, e sua saúde, além da segurança da própria carga transportada.

Não por acaso, problemas como obesidade, hipertensão e diabetes podem ter em suas causas, além de outros hábitos como a má alimentação, impactos na saúde dos motoristas
Atualmente, o caminhoneiro autônomo roda, em média, 8,5 mil quilômetros por mês. Portanto, trabalha, em média, 11,5 horas por dia de cinco a sete dias por semana. De acordo com o estudo Perfil do Caminhoneiro, feito pela Confederação Nacional de Transportes (CNT) em 2019.

As informações são do portal Estradão.

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Retrofit pode converter caminhão a diesel em elétrico

Retrofit pode converter caminhão a diesel em elétrico

Que a eletrificação é uma forte tendência no segmento do transporte, ninguém duvida. Mas os novos veículos ainda apresentam um custo elevado, por uma série de razões, como a política de incentivo a esse tipo de motorização para caminhões, a disponibilidade de pontos de recarga que tragam mais autonomia para os brutos, entre outros.

A boa notícia para aquelas transportadoras que querem começar a investigar esse tipo de veículo está no retrofit, ou melhor, no e-retrofit, que surge como uma alternativa para transformar um caminhão a diesel em um veículo elétrico com investimento cerca de 30% menor que a compra de um modelo zero quilômetro.

Conversão

Quem está conduzindo estes projetos de conversão é a Eletra, empresa de São Bernardo do Campo, em São Paulo, que também fabrica ônibus eletrificados. A reforma do sistema de propulsão pode ser feita em caminhões e ônibus em menos de uma semana. Saem o motor a diesel, transmissão, filtros, sistema de exaustão e tanques de combustível, juntamente com todo o peso do conjunto; e entram inversores, motor elétrico, módulos eletrônicos e conjunto de baterias.

Não há restrição para a idade do veículo e a empresa está trabalhando na conversão de caminhões de 3,5 a 54 toneladas. Ou seja, de modelos para distribuição urbana a cavalos-mecânicos rodoviários, em que pese que as características dos veículos elétricos privilegia os caminhões leves e de entregas urbanas, pelo menor percurso percorrido e pela proximidade com pontos de recarga: a autonomia com a carga total das baterias varia de 50 km a 150 km.

É importante ressaltar que, mesmo com a economia de 30% na comparação com a compra de um veículo elétrico zero, o custo dos caminhões convertidos ainda é elevado na comparação com a compra de um caminhão convencional novo, porém é uma medida que ajuda na redução de poluentes nos centros urbanos e que contribui para a diminuição nas emissões de carbono pelas grandes empresas, cada vez mais pressionadas por suas ações na área de ESG (governança social e ambiental, como tem sido chamada, hoje em dia, as ações de sustentabilidade).

As informações são do site Estradão, vinculado ao jornal O Estado de S. Paulo.

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