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Com a quarentena e o fechamento do comércio em geral, em razão da pandemia do coronavírus, pedidos através do e-commerce (comércio eletrônico) tiveram saltos gigantescos. Aliás, evitar ao máximo sair de casa era a prioridade, principalmente em março, quando a pandemia estourou aqui no Brasil.

Por conta disso, a B2W, companhia que lidera o comércio eletrônico na América Latina, está antecipando em quase 2 anos investimentos em logística previstos no plano estratégico divulgado no final do ano passado.

Este mês, a empresa inaugura três grandes centros de distribuição no Norte e Nordeste: Belém (PA), Fortaleza (CE) e Salvador (BA). Em dezembro, começa a operar em Brasília a quarta nova central.

No segundo trimestre, com as vendas digitais embaladas pelos novos hábitos do consumidor, a empresa bateu recorde histórico de faturamento, com R$ 6,7 bilhões (alta de 72% em relação ao mesmo período de 2019). No ano passado, a companhia faturou R$ 19 bilhões.

Controlada pela Lojas Americanas, que detém 62,5% de seu capital, a B2W concentra o e-commerce de Americanas.com, Submarino e Shoptime. Porém, apesar de seu tamanho, sua rede de distribuição, com 17 grandes centros em sete Estados, estava muito concentrada nas regiões Sudeste e Sul. Apenas um, em Pernambuco, atendia a região Nordeste e não havia nenhuma unidade no Norte ou no Centro Oeste. Com os quatro novos CDs, a cobertura no país ficará mais equilibrada.

O consumo no Sudeste continua sendo destaque em relação ao volume de vendas, mas foi o Nordeste que registrou, no primeiro semestre do ano, o maior aumento de acessos para compras online, com 107% em relação ao mesmo período de 2019, de acordo com dados da consultoria Ebit/Nielsen. A média no Brasil, embora consistente, não chegou à metade disso: crescimento de 47%.

“A pandemia acelerou muitos planos dentro da companhia. Estamos antecipando, inclusive, metas de entrega mais rápida. Os novos Centros de Distribuição vão nos permitir entregar produtos aos clientes em 24 horas num raio de 400 quilômetros em torno das unidades. Toda a construção da nossa plataforma logística multimodal teve esse foco. Para criar um diferencial competitivo, ter logística eficiente é fundamental”, diz Raoni Lapagesse, diretor de Relações com Investidores da B2W Digital.

Por questão de estratégia, a empresa não divulga o valor desses investimentos. Cada centro de distribuição terá entre 10 mil e 15 mil metros quadrados. Com o total de 21 centros em operação até o fim do ano e mais 200 hubs (polos de concentração de mercadorias, uma espécie de mini centro de distribuição), a empresa contará com mais de 800 mil metros quadrados para estocagem e distribuição de mercadorias.

Não temos dúvida de que a pandemia acelerou e muito as vendas pela internet, e você, o que achou desta notícia? Compartilhe com quem possa se interessar por este conteúdo.

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