Atendimento (11) 4452-7100 | Comercial (11) 2598-0104 contato@guep.com.br
Governo Federal cria política de modernização das rodovias federais

Governo Federal cria política de modernização das rodovias federais

O Governo Federal instituiu a Política de Modernização da Infraestrutura Federal de Transporte Rodoviário, o Inov@BR, e a qualificou no âmbito do Programa de Parcerias de Investimentos da Presidência (PPI).

Essa política, que foi criada pelo decreto n° 10.648 assinado pelo presidente Jair Bolsonaro no dia 12 de março e publicado no DOU no dia 15, tem como foco promover a modernização e garantir a segurança e eficiência logística das rodovias federais, concedidas ou não.

“Este programa vai trazer inovações para nossas rodovias. Vamos levar a segurança viária, a fluidez e a tecnologia como nossos pilares da modernização. Este projeto vai garantir as ferramentas necessárias para melhorar a competitividade, assegurar a qualidade na infraestrutura e promover a segurança de todos”, afirmou Tarcísio Gomes de Freitas, ministro da Infraestrutura,.

O programa, voltado para rodovias concedidas e para as administradas pelo Departamento de Infraestrutura de Transportes (DNIT), está em linha com a Política Nacional de Transportes (PNT) e com o Plano Setorial de Transportes Terrestres (PSTT), coordenados pelo MInfra.

Pelo Inov@BR, serão realizados investimentos em:

  • Novas sinalizações;
  • Monitoramento das vias;
  • Conectividade (wi-fi e cobertura de celular nas rodovias);
  • Implantação do free flow;
  • Aprimoramento da pesagem veicular;
  • Integração do DNIT e da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

O programa, de forma geral, trará a modernização junto com o incentivo para uso da TAG dos pedágios e técnicas sustentáveis para melhorar a qualidade do meio ambiente.

E você, gostou desta notícia? Confira várias outras notícias do transporte clicando aqui.

Fonte: SETCESP

Gostou? Compartilhe:
Movimento de caminhões cresce 1,5% nas rodovias em fevereiro

Movimento de caminhões cresce 1,5% nas rodovias em fevereiro

O movimento de caminhões nas estradas pedagiadas cresceu 1,5% no mês de fevereiro em comparação com janeiro. Comparando com o mesmo mês do ano de 2020, o avanço foi de 4,4%. Os dados são da ABCR (Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias) e analisados pela consultoria Tendências Integrada.

O aumento do movimento de veículos pesados, de acordo com a consultoria Tendências, está ligado diretamente à recuperação da atividade de transporte de cargas no Brasil. Por causa de setores da economia que continuam aquecidos, principalmente o agronegócio, comércio eletrônico e construção civil, a demanda por transporte aumenta e, consequentemente, há mais caminhões nas estradas.

De acordo com a ABCR, desta vez o movimento de veículos leves apresentou alta de 4,7% no segundo mês do ano sobre janeiro. No entanto, na comparação com fevereiro de 2020, há uma queda de 11%. O recuo de deve à pandemia de covid-19, que reduziu o movimento de veículos de passeio nas estradas.

Por causa do aumento no movimento de caminhões e carros de passeio, o fluxo geral de veículos referente a fevereiro de 2021 apresentou avanço de 3,8% no comparativo com janeiro.

Gostou da notícia? Compartilhe.

Fonte: Estradrão

Gostou? Compartilhe:
Preço do diesel sobe pela quinta vez em 2021

Preço do diesel sobe pela quinta vez em 2021

Um novo aumento do preço do diesel entrou em vigor nesta última terça-feira (9). A alta foi anunciada pela Petrobrás e será aplicada ao combustível nas refinarias. Assim, trata-se do quinto aumento do preço do diesel neste ano. A gasolina também ficou mais cara – foi a sexta alta.

Agora, o preço do diesel subiu 5,5%. Do mesmo modo, o litro da gasolina está fica 9,2% mais caro. Em outras palavras, o preço diesel nas refinarias passou a ser de R$ 2,86 o litro. Já o da gasolina agora custa R$ 2,84.

Ou seja, as altas acumuladas em 2021 são de 42% no preço do diesel e de 54% no da gasolina. Os dados são do Ineep (Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis).

Segundo a Petrobras, o aumento é resultado do “alinhamento dos preços ao mercado internacional”. Na prática, a alta tem a ver com a desvalorização do real diante do dólar.

Reajustes semanais e risco de greve de caminhoneiros

Na terça-feira passada (2), o preço do diesel já havia aumentado. Assim como o dos outros combustíveis. Contudo, no mesmo dia Bolsonaro assinou um decreto que zera a cobrança do PIS e do Confins sobre esses produtos.

O objetivo é esfriar um possível movimento que pode culminar com uma nova greve de caminhoneiros. Essa ameaça paira no ar desde o fim do ano passado.

Aliás, em fevereiro algumas lideranças chegaram a anunciar uma paralisação. A parada ocorreria no dia 1º de fevereiro. Porém, não vingou. Segundo os caminhoneiros, o movimento teria tomado um viés político.

Porém, a insatisfação dos caminhoneiros vem crescendo. Com isso, haverá um encontro virtual da categoria para tratar da possibilidade de paralisação. Segundo o Conselho Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas (CNTRC), a “reunião” vai ser nos dias 26 e 27 de março. Presidente do CNTRC, Plinio Dias diz que a pauta de reivindicações não mudou.

Ou seja, um dos pontos principais da conversa é justamente os sucessivos aumentos do preço do diesel. Além disso, a categoria exige o cumprimento do pagamento da tabela mínima do frete. No total, são dez reivindicações principais.

Fonte: Estradrão

Gostou? Compartilhe:
ANTT publica nova tabela de frete

ANTT publica nova tabela de frete

Em revisão a regulação da Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas, a Agência Nacional de Transportes Terrestre, mais conhecida como ANTT publicou nova tabela de frete através da Portaria n° 90, em 03 de março de 2021, aplicando os devidos instrumentos previstos no §3º do art. 5º da Lei nº 13.703, de 8 de agosto de 2018, referente ao aumento do preço do óleo diesel acima do gatilho de 10%.

Neste sentido, houve a atualização dos valores dos coeficientes de deslocamento (CCD, que é baseado no quilometro rodado) e sem variação nos coeficientes de carga e descarga (CC), o que gerou uma alta nos fretes de 4,08% na média geral, considerando todas as tabelas e produtos.

Em números absolutos, para todas as categorias e tabelas, passamos de R$ 3,42 para R$ 3,69 por quilômetro rodado, um aumento de 8,01%, refletindo o aumento do diesel no período entre as duas tabelas.

O preço praticado pro diesel no piso mínimo de janeiro era de R$ 3,66/litro, passado a vigorar o valor de R$ 4,25/litro na nova portaria, o que representa um aumento de 16,12% no preço do combustível.

Não houve aumento nos coeficientes de carga e descarga, permanecendo os mesmos valores praticados pela tabela anterior. Veja o aumento em cada uma das categorias e em cada tabela abaixo:

De maneira amplificada quem sofreu o maior impacto foi o transporte de carga frigorificada, com 7,92% de aumento no CCD (coeficientes de deslocamento) da Tabela A, ou seja, nas operações em que haja a contratação do conjunto veicular para transporte de carga lotação, e aumento de 9,74% no CCD (coeficientes de deslocamento) da Tabela D, nas operações que haja contratação apenas do veículo automotor de cargas de alto desempenho.

Em contrapartida, as operações de carga granel perigosa (sólida e líquida), sofreram a menor alteração em relação as demais categorias, o que resultou em um aumento médio de 6,30% no CCD da Tabela A (carga lotação).

Caso você, transportador, siga rigorosamente a tabela do piso mínimo, pode aplicar os novos valores encontrados na Portaria 90, disponível aqui. Caso possua sua própria tabela de frete, em concordância com os valores estabelecidos pela legislação, consulte o Boletim Econômico nº03 do IPTC referente ao aumento do Diesel, disponível aqui.

Fonte: SETCESP

Gostou? Compartilhe:
Pesquisa clareia expectativas do mercado para 2021

Pesquisa clareia expectativas do mercado para 2021

O estudo ‘Panorama do TRC 2020 e Perspectivas para 2021’ revela que o processo de recuperação precisa continuar na rotina das empresas do TRC.

2020 chegou derrubando todo e qualquer tipo de projeção, nem mesmo os otimistas escaparam dos problemas associados à pandemia.

Por conta disso queremos lhes apresentar os resultados da “Pesquisa Panorama do TRC 2020 e Perspectivas para 2021”, solicitada pelo SETCESP ao IPTC (Instituto Paulista do Transporte de Carga).

A pesquisa confirmou os dados principais econômicos e os balanços de resultados das empresas de transportes, levando em consideração as respostas de 27 perguntas objetivas sobre a economia do país, juntamente com os maiores obstáculos enfrentados e as reivindicações dos transportadores. As questões foram respondidas entre 10 dezembro de 2020 e 15 janeiro de 2021.

Percepção de mercado

A desenvoltura do TRC em 2020 não foi das melhores, o que para 2021 gera um sentimento de instabilidade e dúvida.

Entretanto, para a maior parte dos entrevistados, 51% esperam que este ano esteja dentro das expectativas. Uma outra parte, de 47% dos entrevistados, acredita que será bem mais promissor do que esperam. Porém, 6% não olham com olhos de confiança para o mundo dos negócios, levando-os a acreditar que pode ser até mesmo pior do que o aguardado. Em resumo, um cenário equilibrado sem muito otimismo.

“Tivemos redução na movimentação de carga, mesmo o TRC sendo considerado uma atividade essencial ao longo da pandemia, o que afetou diretamente o faturamento e consequentemente o lucro dos empresários”, explicou Raquel Serini, economista do IPTC.

Esses números são dados que ela já esperava, levando em consideração de que a economia ainda está ferida pelos acontecimentos recentes, até tudo se normalizar, é claro. “Por isso, o sentimento de otimismo ainda não é latente na cabeça do empresário, e sim de muita cautela, apesar da vontade de mudança e de investir em novas possibilidades”, diz Serini.

Onde aperta o calo

O estudo também quis desenhar um panorama dos custos operacionais das transportadoras, e confirmou que para 63% das empresas pesquisadas os custos cresceram, já para 24% se mantiveram estáveis e reduziram para os outros 14% da amostra.

Inclusive, a pesquisa concluiu que os causadores limitantes do crescimento do TRC são especificamente o preço dos insumos e a carga tributária que incide sobre eles.

Do resumo de custos estudados, os que apresentaram maior participação no faturamento das empresas foram: a contratação de agregados ou autônomos, seguido da carga tributária, a folha de pagamento e, por último, a variação de preços dos insumos. Dentre os insumos, o que grita por atenção foi a alta de 11,73% no preço dos veículos.

Fernando Zingler, diretor executivo do IPTC, indica que o desafio, certamente aceito por todos, para 2021 sem dúvida será equilibrar os centros de custos e a falta de insumos, que vem afetando diversos setores e dificultando o transporte de cargas.

“O transportador precisa ver mudanças em questões que há tempos estão paralisadas, como a reforma tributária, a retomada do crescimento econômico e qualificação de mão-de-obra específica para o setor, principalmente motoristas de caminhão”, conta Zingler.

Correndo atrás da tecnologia

Durante a recente crise que vivemos, a maioria das empresas reformaram suas operações para se adaptar ao cenário. Todos os setores que são capazes, se converteram, ainda que de forma breve e improvisada para o home office, sendo exigido de prontidão uma habilidade de trabalho a distância nunca requisitada antes.

Em termos de investimento, a grande parte das empresas estudadas planejam investir em tecnologia neste ano, sendo que em média, estas planejam destinar para isso até 4% do seu faturamento.

Em contraponto, o estudo expôs o fato de que os empresários do TRC não estão cogitando investir em novos terminais. Já existia uma predisposição do comércio trabalhar com estoques mais enxutos e consequentemente, necessitar de menos terminais de apoio, por conta disso, as empresas de transporte perceberam que as estruturas físicas dos galpões e armazéns não são mais tão essenciais, pelo menos não em uma escala com tamanho considerável. Por outro lado, as empresas também desejam investir na distribuição urbana, em pontos de cross-docking e fracionamento de cargas em locais estratégicos.

O setor de distribuição urbana foi o que teve menor capacidade ociosa de todos os setores pesquisados, e também é um dos setores mais propensos a contratar e investir em 2021”, avaliou Zingler.

Ociosidade + mercado = improdutividade

Em média 86% das empresas pesquisadas operaram com lucro no ano de 2020, sendo que deste total 78,4% tiveram aumento no faturamento se comparado ao ano anterior, e o lucro médio das empresas foi de 6,5%.

É legal lembrar que a diminuição do volume transportado no ano passado foi de -0,32% comparado a 2019. No geral, mais da metade das empresas participantes da pesquisa operaram com capacidade ociosa em 2020.

A média de ociosidade foi de 19, 25%, um cenário que expõem uma lamentável realidade, que afeta diretamente a produtividade e consequentemente os resultados operacionais das empresas.

Como não se surpreender tanto com 2021?

O setor de transporte rodoviário anda junto com as tendências econômicas da indústria e do comércio, e se beneficia da economia destes para crescer.

O relatório do estudo constata que o aumento dos custos e as políticas públicas desfavoráveis, atualmente, são os fatores que limitam o crescimento das empresas do TRC, que mostram uma margem de lucro tímida pela situação atual.

Os custos estão integralmente relacionados a fatores externos e as políticas públicas envolvidas no processo. As reformas estruturais que o Brasil vem adiando poderiam diminuí-los. Porém, a política nacional em especial, permanece sem definições claras.

Assim, o estudo conclui que é preciso um planejamento das empresas de curto e longo prazo, para viabilizar o retorno à recuperação daquilo que foi perdido na recessão de 2014-2016 e do que está sendo minado com a pandemia da Covid-19.

Fonte: SETCESP

Gostou? Compartilhe:
Sete novos centros de logística: o pacote de ações da FedEx no Brasil

Sete novos centros de logística: o pacote de ações da FedEx no Brasil

Acostumada a cumprir diferentes roteiros em todo o mundo com suas encomendas expressas, a FedEx, no fim do ano de 2018, tinha poucas perspectivas quando o que estava em jogo eram a entrega de resultados, a capacidade de enfrentar o avanço dos concorrentes como a Amazon e o destino da sua operação.

Esse contexto pouco otimista se refletia na queda acentuada das ações, cuja cotação chegou ao nível mais baixo em março de 2020. Porém, desde então, os papéis da companhia são negociados perto de patamares recorde. Quer saber o motivo? A chegada da pandemia e a aceleração do e-commerce.

A FedEx renovou seus esforços e recursos para acompanhar o salto expressivo dos cliques. E essa estratégia também teve reflexos em sua operação brasileira que, nos últimos sete meses, foi alvo de um novo pacote de investimentos, com a abertura de sete centros logísticos e a expansão de uma unidade.

“O e-commerce é um plano de longo prazo da empresa no País e no mundo”, afirma Luiz Vasconcelos, vice-presidente de operação e principal executivo da FedEx no Brasil, ao NeoFeed. “Esse crescimento já estava planejado, mas em alguns desses projetos, tivemos que acelerar a implementação.”

Na trilha da movimentação dos carrinhos virtuais, a FedEx chegou a 27 centros e a uma área total de 310 mil metros quadrados no Brasil. Isso sem levar em conta as 18 operações que a companhia mantém na “casa” de clientes.

A entrega das sete estruturas, que oferecem serviços de fulfillment, seguiu três critérios:

  • A expansão das vendas virtuais de clientes, especialmente em categorias como bens de consumo, calçados, vestuário e tecnologia;
  • Ampliação da carteira atendida nessas regiões;
  • Localização estratégica.

“São centros próximos a grandes aeroportos, portos e rodovias, além de regiões metropolitanas e clientes relevantes”, diz o executivo. “Temos a possibilidade de avançar muitos estoques e colocar os produtos cada vez mais perto do consumidor final”.

Na região Sul, são dois novos projetos. O primeiro, em Itajaí (SC) e, o segundo, em São José dos Pinhais (PR), cidade na região metropolitana de Curitiba. O centro em questão fica próximo aos portos de Antonina e Paranaguá e tem fácil acesso às rodovias BR-116 e BR-376.

Mais duas unidades foram instaladas em Minas Gerais. Uma no município de Extrema, às margens da rodovia Fernão Dias, e outra em Betim, na região metropolitana de Belo Horizonte, perto das saídas para o Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília.

Ainda na região Sudeste, a FedEx inaugurou um centro em Viana (ES), a poucos minutos da BR-101 e do Porto de Vitória. Já no Nordeste, a expansão veio com uma unidade em Simões Filho (BA), perto do Porto de Aratu e da rodovia BR-324.

Gostou da notícia? Compartilhe com quem possa se interessar.

Fonte: Neofeed

Gostou? Compartilhe: